Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2008

não bebam o café em casa...





fui almoçar a casa de um amigo.

depois do comes & bebes, como dois bons portugueses que somos,

lá fomos beber a bica da praxe…

 

ele fuma… teríamos de ficar na “esplanada”

fui eu buscar os cafés e a zurrapa a que ele chama “brandy”.

 

entro e… ao balcão… com um caraças !!!


uma mulher lindíssima, “bem feita” e esmeradamente vestida beberricava o seu café… numa posição que lhe evidenciava a cintura, a anca, as nádegas, as pernas… caneco !!!

fiquei embasbacado… confesso-o !

 

até fingi um telefonema só para a ficar a “morder”…

para mais demoradamente,  ter “desculpa” no passear dos olhos…

verdade !...


oh pá… gozem à vontade… quero lá saber !?...

cada um “inventa” como pode, olha que caraças !!!

 

por fim… e antes que o meu amigo enregelasse,

lá fui ao balcão fazer o pedido…

 

pelo canto do olho percebi que me olhava…

e fiz o mesmo…


fixo, nos olhos cor de mel, ligeiramente amendoados…

sem pestanejar… com um sorriso esboçado nos lábios…

ela desviou o olhar quase de imediato.

 

vieram os cafés e a zurrapa…

paguei… peguei em tudo… levei…

 

conforme chego à mesa,

reparo que um dos cafés era apenas a chávena…

de alguém que já o bebera…

devia estar em cima do balcão e levei-a por engano.

 

voltei lá dentro…

a senhora do café, que já me conhece, com um riso bem disposto, disse logo :

- já ia chamá-lo… ai o senhor J, o senhor J… sempre no mundo da lua !...

 

ri-me… peguei na minha bica…

e como quem só estivesse a falar para ela, disse-lhe calmamente:

- Dona M, que se há-de fazer ?!... há visões tão belas que um homem até troca as mãos !...

 

e com um sorriso, sem olhar em redor,

tornei a sair para a esplanada.

Dona M, que bem percebeu…

(tem “obrigação”... nos seus 60 e muitos)

... soltou uma risadinha catita e ainda acrescentou:

- tão malandreco… o raio do homem !!!...

 

º

 

bebemos os cafés...

falando de trabalhos mútuos, do fim de semana que se aproxima…


daí a pouco, ela saiu…

 

altiva, num passo firme mas dançarino, atravessou a rua…

entrou, quase defronte, num daqueles monovolumes gigantones…

com um gesto estilizado colocou os óculos escuros…

"vais olhar para cá"… pensei.

e… ora aí está !!!


depois fingiu estar a acertar os retrovisores…

(hum hummm…)

e por fim, quando arrancou…

soltou claramente um sorriso !

 

 

ADORO !!!

adoro estas pequeninas cenas

estes pós perfumados que ficam pelo ar

adoro elevar o ego a uma mulher !


quem sabe (?)… até ao mundo da lua...


Adoro !...





- vá lá meninos, comportem-se... sejam discretos... reparem no senhor da esquerda.



não bebam o café em casa...
nunca se sabe da maravilha que uma simples bica nos pode trazer

 
sinto-me: bem... (só isso)
música: Leitaria Garret - (Vitorino)

Quinta-feira, 3 de Janeiro de 2008

vaipe 758-08/A twilight zone




o meu primeiro "momento twilight zone" de 2008



vou para beber o meu cafézinho
(rever aquela mulheraça, que não vejo desde o ano passado)
olho para o outro lado da rua e...

!!! a esplanada cheia !!!



são meia dúzia de mesas e cadeiras
que estavam cheias e ainda havia gente de pé
estava frio e vento, mas claro... lá me lembrei da nova lei
passo, dou "boas tardes", entro e...

!!! o café completamente vazio !!!
eu era o único cliente





a piorar o "momento twilight zone"...
ela não estava
.fónix.
!!!!!!!!!!



beber o café em silêncio

a ouvir o motor dos balcões

o tic-tac do relógio

rodeado de cartazes enormes (vários) a proibir fumar

com o ranhoso por detrás do balcão feito estátua de gárgula

e a ouvir as conversas animadas lá fora

foi uma cena bem estranha... acreditem !




preciso de outro café... aquele não me soube a nada



sinto-me: desconsolado...
música: All Night Long - (Diana Krall )

Terça-feira, 19 de Junho de 2007

um dia destes - atiro-lhe a escada




há mulheres que são um completo TESÃO

(não - não estou a falar de top-models - falo de mulheres do dia a dia)


 


muitas vezes até por razões que nós próprios não nos apercebemos às primeiras.

se a isso juntarmos uma situação específica que aumente a tusa

é quase de morder os dedos dos pés.

 


isto a propósito do quê?


a propósito da dona do café defronte da minha casa.

mulher de quarenta anos, de rosto duma beleza exótica, de corpo maduro mas incrivelmente pro-vo-can-te.

é o melhor cu cá da rua, só para começar – e se eu sou doido por cus.

mas além disso, o resto acompanha.

 

isto – é apenas o início do tesão.

aquela mulher fala-me de uma forma – que me derrete todo.

imagino gemidos, pedidos e ordens naquela voz meio rouca – e logo a verga dá sinal.

não bastasse – dedica-me indirectas maliciosas condimentadas com olhares lascivos.

faz-me a folha - estou marcado.

 

como já me viu despi-la com os olhos, abusa de mim à descarada.

a mais ninguém faz coisas que me faz a mim – tortura-me a sacana.

pode sentar-se, que já lhe levo o cafézinho

diz-me ela com aquele sorriso capaz de derreter titânio.

só aquela boca carnuda faz-me logo pensar em coisas de fazer corar o próprio diabo.

depois serve-me o café – inclina-se em demasia – mostra-me as doces mamas.

(são doces, de certeza – têm de ser, pelo aroma que deixam)

fico louco e ela sabe-o muito bem.

depois rebola aquele cu de volta ao balcão e fico sem me poder levantar da cadeira.

(ela sabe-o também, que já mo topou uma vez)


 


ainda é melhor que esta

 


 

agora – a tal “situação específica”.

a dama é casada – casada com o meio-dono do café.

não sou “ciumento”, não seria isso a estar em causa.

ainda que não seja sátiro capaz de ir provocar desarranjos em casa alheia.

mas

nunca vi aquele gajo ter um carinho, uma atenção sequer num olhar, para aquela mulher.

antes pelo contrário

é uma besta autêntica para ela, em pleno café, vazio ou cheio de gente.

em contrapartida

vê-lo a comer estudantezinhas imberbes com os olhos, todo mesuras

vejo-o eu muita vez.

(e ela também, que já a vi a ver – com mais desprezo que ciúme)


 

e é então que mais tusa me dá.

imaginar-me a comer a dona do café, à canzana

na minha sala, junto à janela.

enchê-la com a verga enquanto me enche ela as mãos com as mamas.

vendo aquele cu a estremecer a cada investida minha

ela mais rouca que nunca a cada estocada.

ambos a fornicar que nem desalmados

à luz do candeeiro da rua que invade a casa.

a ver do outro lado da rua, o dono do café, à porta, perguntando-se onde ela teria ido.


é tanta a tesão que fico de pau feito só de escrever isto.

 

porque ela parece merecer cada milímetro daquilo que parece não ter

e ele merece cada centímetro daquilo que está a pedir que lhe metam

 

 

 

sinto-me:

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