Quinta-feira, 3 de Abril de 2008

em caso de dúvida, consulte o seu... ( menage )



poucos dias atrás tive uma “pequena ménage” em que, por razões que não vêm ao caso, fiquei simplesmente a receber sexo oral, com um 69 muito breve de permeio.

 

depois disso… houve uma conversa muito interessante e agradável… já só entre machos… pois ela estava efectivamente muito cansada e adormeceu no sofá… cabeça no colo dele, pernas sobre as minhas.


 


copyright Really Corking


o simplesmente a receber sexo oral… aconteceu… foi episódico… não é “o costume” e há muito que não sucedia.

mas fez com que… parte da conversa recaísse sobre a altura em que nos conhecemos, há quase quatro anos atrás.

 

eles haviam colocado um anúncio num site e nele diziam, claramente, que desejavam encontrar um homem que estivesse na disposição de apenas receber sexo oral.

Curiosamente, falámos mais agora acerca disso do que naquela altura e soube de coisas que desconhecia.

 

por exemplo… soube que eu era a “derradeira tentativa” deles… que se não tivesse resultado comigo, muito provavelmente teriam desistido de tentar.

e que estive quase-quase a nem sequer chegar a conhecê-los por causa de um energúmeno qualquer…

 

a história, a esta distância, é “engraçada”.

 

tiveram poucas respostas ao tal anúncio.

oito ou nove, segundo se lembram.

já o esperavam… pois não tinham a pretensão de ombrear com outros casais que pretendiam (ou diziam pretender) tudo-e-mais-alguma-coisa nos encontros.

e, ainda assim, após uma primeira apreciação ficaram resumidos a cinco candidatos.

curiosamente… eu era o último.

o facto de não ter web-cam e de ter afirmado (no mail de resposta) que não apreciava longas (e arrastadas) conversas no messenger relegou-me para essa inglória posição… o 1º lugar dos perdedores (eheheh).

 

entretanto… começaram com as conversas no messenger, com vista a eventuais encontros em pessoa, etc… o que é uma sequência de acontecimentos muito comum nestas coisas.

 

o primeiro – que era aquele que aparentava ser mais do agrado de ambos (sim, de ambos) – “espalhou-se ao comprido” logo na primeira conversa.

muito rapidamente passou da converseta delicodoce à insistência massacrante para que não fosse “apenas” sexo oral e… pouco depois… tornou-se mesmo impertinente ao afirmar que aquilo era uma proposta muito egoísta da parte do companheiro dela.

 

é em alturas destas que, sem duvida alguma, se confirma que há gajos muito broncos, cromos em absoluto mesmo !

poderão fazer os juízos que bem entenderem acerca de um homem que aceite fazer uma ménage-a-trois com a companheira e mesmo adjectivá-lo como a vossa moral ditar, mas… “egoísta” ?!?...

essa… só mesmo para rir !

 

bom… algo de semelhante aconteceu com o segundo e o terceiro contactado… sempre a dita insistência para que fosse algo mais do que sexo oral.

e continuava-se no reino da cromite.


se, num anúncio, se escreve que “esteja na disposição de apenas receber sexo oral”… é isso, exactamente, que temos de ler !

não se inventem “entrelinhas” que não existem, que não estão sequer subtilmente sugeridas.

o argumento de que “há outros casais que dizem o mesmo e depois, afinal, querem mais” não se emprega !

talvez até se aplique àquele caso mas… não se sabe, não se emprega.

é estúpido jogar com esse argumento, igual a tantos outros na cretina presunção de que “se dá com uns, dá com todos”.

até existem casais que gostam dessa demonstração machista, okay… mas há que o definir sem margem para dúvidas antes de se avançar…

(ou assim deveria ser... pois esta observação de nada vale a um espírito 100% machista)

contar com o argumento de antemão, ainda que não se empregue… pode trazer alguma frustração, algum desencanto, que só terá um responsável.

 

esse “depois, afinal, querem mais” cabe ao casal expressar… mais ou menos claramente...  depende.

quem responde ao anúncio… é convidado, aceitou a proposta que lhe foi feita e das duas uma… ou aceita a forma com naturalidade… ou aceita daquela vez e, vendo que não lhe interessa repetir ou investir, por ela se fica.

 

sem papas na língua afirmo… se sexo oral não vos é aliciante ou sexo bastante por si só… não respondam a anúncios desse género.

há um leque enorme de convites de casais, para as mais diversas práticas, mesmo com homens singles… que não se compreende este alvitrar e a respectiva insistência.

ou julgam-se mais “espertalhões” do que o homem do outro lado ?!

se assim “julgam”, são muito mais ingénuos do que pensei…

 

chegados ao quarto e ao último (eu… snifff…) houve uma “troca” relativa.

o quarto não respondia aos mails nem aparecia no messenger.

de forma que… apesar de já algo desmotivados com tudo aquilo… decidiram marcar encontro comigo.

só que… porca miséria… naquela altura estava em serviço no norte e não pude marcar para os dias seguintes… ficámo-nos para dali a semana e meia, mais coisa / menos coisa.

mas… ficou “marcado e garantido” após uma conversa, dividida entre o messenger e o telemóvel (disso lembro-me bem) e depois de uma insistência muito grande (que também recordo e que estranhei) para que eu respeitasse o que haviam escrito no anúncio.

 

mas… é no entretanto que o quarto resolve aparecer.

gostaram bastante dele, no Messenger… depois ao telefone… e lá acabaram por aceitar o encontro em pessoa.

foram “passear um bocadinho” e… pouco depois… tudo corria bem, as libidos já estavam afogueadas e tal… pensava-se já num poiso mais intimista, etc… e zás… mais aquele que põe a pata na poça !!!...

 

bom… não entrámos em muito pormenores, nem é necessário !

este tipo de situações são extremamente aborrecidas e nem “à distância” são agradáveis de revisitar em pormenor.

 




quando liguei para combinarmos sítio, hora, etc… lá ouvi que era para esquecer, que haviam decidido não ir avante e afins.

ou seja… tudo indicava que... por interposta cromite alheia, lá ia ficar o Sextrip “a arder”, como se usa dizer.

notei contudo, que apesar da boa educação na conversa (são-no, sempre foram) havia ali um… agridoce qualquer, uma certa “revolta” muito bem disfarçada, muito subtil, mas que pressentia.

tinha pensado cá para comigo, “estes encontraram outro, que lhes agradou mais” mas… depois daquele “tom” na conversa, repensei… "hummm, nã… foi outra coisa"... havia desencanto ali.

e lembro-me que, no fim da conversa... já com a nega definida por eles e aceite por mim… lhes disse apenas:

- vocês é que sabem, evidentemente, mas… se um dia quiserem encontrar-me, mesmo só para conversarmos, nada mais… eu gostaria imenso ! nem toda a gente é igual…

eles nada comentaram, apenas agradeceram, despediram-se e pronto… (paciência) “esqueci” a ideia…

 

acho que quase duas semanas depois, ligaram-me…

encontrámo-nos numa esplanada à beira rio e falámos durante um par de horas…

começou “seca” mas… acabou bem disposta e agradável afinal.

para nada avançámos nesse encontro… nem no seguinte, eheheh.

e sim… nos dois primeiros encontros, só recebi sexo oral.

e encontrámo-nos para jantar, sem nenhum sexo em vista.

e encontrámo-nos para um segundo jantar nas mesmas condições e…

 

e je ne regrette rien… como canta(va) a vossa chanteuse preferida !


gosto muito de vocês e… apesar de tudo… “ainda bem” que há cromos que não se sabem comportar... ou não vos teria conhecido.

 


 

sinto-me: (não sei explicar exactamente)
música: Je Ne Regrette Rien - (Edith Piaf)

Terça-feira, 18 de Setembro de 2007

férias - 1º dia




- atrasos -


mais uma vez as minhas desculpas ; demoro a colocar os artigos por duas razões :

1º, porque insisto em dá-los a ler às pessoas envolvidas antes de os colocar aqui e “esqueci-me”, tão simplesmente, que havendo pessoas ainda em férias não têm acesso aos seus e-mails com a facilidade usual (nalguns casos já tinha autorização para os colocar mas, ainda assim insisto em que leiam primeiro).

Desejando colocá-los por ordem cronológica, acontece que logo o primeiro atrasou todos os demais.

2º, assim que contactei a empresa foi uma enchente de requisições à minha pessoa.

 

 


1º dia de viagem – 1ª visita

 

 


as férias são quase sempre gratificantes para as menages

como aliás para o sexo no geral

mais disponibilidade de tempo

outras disposições

sem dúvida, mais tesão

 

começava estas férias com três convites de outros tantos casais

três visitas que, só por si e dependendo do meu tempo, me garantiam boa companhia, bons momentos e bom sexo também

para a minha primeira visita apenas tive de percorrer uns meros 150 quilómetros

 

à chegada, contudo......

a minha anfitriã estava acometida de uma indisposição extremamente aborrecida que a retinha prostrada no apartamento

coisas que se comem…. infelizmente acontece.

 

o menage-a-trois começou logo aí

com a menina a ser mimadérrima por dois homens incansáveis

em idas à farmácia, cházinhos, torradinhas

caldinhos, festinhas e muitos beijinhos

(pois, pois…)

 

mas resultou

no dia seguinte já desfrutámos

de uma cautelosa ida tardia até à bonita praia

e a enfermazinha depressa se recompôs

pelo que, ao final da tarde

já lançava descaradas provocações aos seus enfermeiros

 

nestas coisas das menages acontece que

apesar do “miolo sexual” ser muito bom

o que fica por vezes a demarcar a ocasião são as situações limítrofes

os pequenos pormenores, etc


esta foi uma menage muito “calminha” (tendo em atenção o sucedido na véspera) mas começou de uma forma absolutamente deliciosa e que resultou muito tesuda

 



estávamos os três à varanda/terraço do apartamento


a noite estava amena

havia animação de rua num largo mais abaixo

e bastantes outras pessoas enchiam outras varandas do complexo

algumas delas bastante perto

naquele canto do bloco de apartamentos em “L”

 

Nita gemeu e pensei que a indisposição voltara para a / nos atormentar

não podia estar mais enganado.  (que tótó !!!...)

ela gemera porque… as mãos marotas de Zé já haviam encontrado o caminho pela saia acima até àquele belo par de nalgas

 

ri-me… ela riu-se… Zé assobiava…

bom… menage é menage, pensei

e num ápice, muito discretamente

a minha mão direita também passeava na pele sedosa


- ó pá, olhem lá as pessoas – resmungou Nita, sem muita convicção

- quero lá saber das pessoas!?! Ninguém vê… - respondeu Zé, armado em bruto

a minha mão continuava a amaciar aquele belo traseiro e já tinha o ferro em brasa

 

entretanto, a mão de Zé desceu para zona mais recôndita

ficou o traseiro à minha mercê

estoicamente, ela continuava “serena”

ora fingindo-se interessada no espectáculo embaixo

ora olhando o céu estrelado


- está uma noite linda, não está ?...

perguntei eu, gozão, continuando a apalpá-la a preceito

- m…mmm – fez ela apenas

- estás a gostar de ver as estrelinhas ?...

tornei eu, gozando ainda mais

- hummmm, sim. – gemeu ela


Zé ria-se, com ar muito sacaninha

- daqui a bocado ainda vês mais !... – replicou ele

- quero já… - gemeu Nita, pousando a cabeça nos braços, já ofegante

- não, não…… tens de esperar… só quando eu disser.


e ali continuámos à varanda, olhando toda aquela gente

com Nita “presa” entre ambos

já a contorcer-se dos prazeres que lhe dávamos

 

a certa altura resolvi ousar um pouco mais

fingi sair da varanda, sentei-me no chão

e deslizei para debaixo da saia de Nita

houve um momento de surpresa de ambos... depois riram

um ou dois preparativos e…. a minha língua começou a trabalhar

levando mais desassossego a Nita, que estremecia de alto a baixo

estava incrivelmente húmida - principiando a ficar irrequieta

 

não bastasse isto… logo de seguida, Zé ajoelhou-se atrás dela

enfiou a cabeça pela saia e fez-lhe botão de rosa

a pobre Nita parecia estar no epicentro de um terramoto

 

ainda aguentou alguns minutos mas… depois ficou-lhe insuportável

sentir tudo aquilo sem deixar que se notasse


de repente, com um gritinho e uma risada

“fugiu” para dentro da sala num pulo

Zé desequilibrou-se e ficou estatelado no chão

ambos desatámos à gargalhada

 

depois, lá fomos, feitos malucos, de gatas e a rir, atrás de Nita

corremos as cortinas e procurámos por ela

para lhe administrarmos o “tratamento” definitivo

 


como já disse, esta menage foi muito calminha

feita de longos preliminares

menos “vigorosa” que outras no passado

mas nem por isso menos gostosa !

 

 


 

 

fazer preliminares como estes nossos

numa varanda ou a uma janela

pode parecer um pormenor sem grande relevância

mas…

aconselho-vos a experimentarem

tem a sua dose de adrenalina sem que se corram grandes riscos de “atentado ao pudor”


 


 

sinto-me: iniciando...
música: So Far Away - (Dire Straits)

Terça-feira, 17 de Julho de 2007

a primeira vez - M-H-M



em 99 , com 39 anos, tinha uma amiga mais velha do que eu

tínhamos profissão, disponibilidades e gostos semelhantes

 “brincávamos” com frequência

(vamos chamar-lhe Carla)

 

como ia de férias sozinho – perguntei-lhe se me queria acompanhar

para alegria minha – ela aceitou prontamente

era uma mulher muito agradável

desabrida, bem disposta, um pouco espampanante nos modos,

mas com “pinta”

e muito… muito tesuda

tinha um corpo lindo, um rosto com traços ciganos,

um olhar e um sorriso…

(que raios… já estou com formigueiro)

 

fomos até ao Algarve e as férias foram decorrendo

entre horas e horas de praia, passeios, vida nocturna e SEXO

sexo em todas as horas disponíveis, em todos os cantos possíveis

(ocasionalmente …… dormíamos, lol lol lol)

foram das minhas férias mais curtidas – tenho de o admitir

 

Carla era daquelas mulheres que sabem daquilo que querem

flirtava um pouco mas… se lhe davam as ganas… ia buscar o que queria

ela era a aranha e eu a mosca

retirava gozo disso (e ainda bem, lol lol)

 

se íamos para o fundo da praia…

já sabia que daí a pouco estávamos algures numa duna

se íamos passear nas rochas…

já sabia que ia ficar com marcas nos joelhos ou nas costas

se parávamos à beira da estrada

lá nos íamos embrenhar numa plantação qualquer

acho que fizemos sexo todos os dias e mais que uma vez em vários deles

sem exageros, corantes nem conservantes

 

e mais não me cansaria

que era mulher de saber despertar tesões num catatónico

não era apenas uma coisa física

Carla era realmente dona de um magnetismo erótico muito forte

 

 

na última semana de férias, numa outra praia, noutra localidade

fica-me eufórica de repente

encontrara uma velha amiga dela… ali… à beira mar, sem mais

(vamos chamar-lhe Bela)

 

Bela… era mulher um pouco mais roliça, mais baixa, sem o brilho de Carla

mas era muito bonita, extremamente simpática

e ficou deliciada com o encontro

(o mundo é pequeno / que fazes aqui? / este é o meu amigo Zé and so on)

escusado será dizer que passámos o resto da tarde de praia juntos

e que fiquei a saber “tudo” acerca de Bela (claro…)

 

ao fim da tarde, já Carla me havia convencido a passar uns dias com Bela - ela estava sozinha (era divorciada), eram amigas, Bela não nos incomodaria em nada - okay, tudo bem, também simpatizara com ela

 

assim continuámos

só nos separávamos de Bela à hora de recolher aos apartamentos

Carla continuava a levar-me de visita a dunas, grutas e cearas

Bela não interferia

e a sua companhia era agradável também

 

à quarta noite, jantámos perto do apartamento

e ficámos ver um filme na Tv

o Encantador de Cavalos… com o canastrão preferido de muitas mulheres

Claro que… começou a dar-me sono

(o gajo faz-me sono!!! que hei-de fazer??? não tenho culpa)

 

de repente, sobressalto-me

desperto com a mão da Carla a acariciar-me a (já) verga,

por cima dos calções

fico meio em pânico, encolho-me

olha que a rapariga está aí…” – murmuro-lhe

 

só que… a “rapariga” já estava do meu outro lado,

rindo-se da “brincadeira”

fiquei um pouco atónito, sem saber exactamente que pensar ou fazer

(dêem-me desconto s.f.f. – tinha passado pelas brasas e caíra no fogareiro)

 

mas Carla já pensara por mim e sabia o que fazer comigo!

sacou-me a verga para fora e começou logo a lambê-la e a batê-la

Bela, apesar de bastante corada, não se deixou ficar

e despiu-me os calções

num instante estava esticado no chão da sala

com duas mulheres de roda da minha verga com apetites vorazes

(caraças!!!... acho que nunca na vida me custou tanto “aguentar-me”)

 


a certa altura, Carla veio “sentar-se na minha cara”

enquanto Bela parecia querer arrancar-me a verga ao chupão

depois trocaram – depois espetaram-se em mim à vez – depois tornaram a mamar-me em conjunto – depois chuparam-se uma à outra em cima de mim – eram só mamas, cus, gretas, cheiros, gritos, bocas, a minha verga ao rubro com tanta refrega e eu em agonia para

me reter com aquelas duas mulheres num frenesim indescritível.

se não desmaiei de gozo naquele dia – já não me acontece…

sei que, de repente, estavam ambas ajoelhadas em frente a mim

e esporrava-me abundantemente para cima das mamas delas.

 

(depois acho que caí redondo no chão – não me lembro bem)


 

 

acordei, havia uma luz azulada em todo o quarto,

quase julgando ter sonhado

mas os corpos quentes de ambas, uma de cada lado,

desmentiram-me de imediato

também quase de imediato senti a mão de Carla a acariciar-me a piça

acho que murmurei um “ai meu Deus” e soltei uma risadinha, baixinho

Carla não queria saber de “deuses” para nada naquelas alturas

e começou a mamar-me

e poucos segundos depois já me montava suavemente


claro que… Bela acordou.

acordou, olhou, riu-se e pronto… lá recomeçou tudo.

consegui olhar para o relógio de cabeceira – eram 5 da manhã

“sou um homem morto”, devo ter pensado…

 


mas… ver Carla a subir e a descer na minha verga…

Bela a chupar-lhe as mamas, a massajar-lhe o grelo

e a apalpar-lhe o cu…

eu a apalpar ambas…

fez-me acordar completamente.

tudo foi muito mais calmo que horas antes

Bela estava agora menos fogosa que Carla

ainda que não menos desejosa

mas agora passava eu a dominar a situação

fiz minetes a ambas e fodi ambas

acelerava com Carla, abrandava com Bela

eu e Bela fizemos um complô e “tratámos” de Carla até a fazermos vir

depois forniquei e terminei em Bela, deitada nos braços da amiga

gemendo com as minhas investidas, sob os beijos e carícias dela

 

tornámos a adormecer os três, entrelaçados com braços e pernas – exaustos

 


 

 

º

os últimos três dias daquelas férias, passamo-los assim

tínhamos provocações quentes durante o dia

e autênticas "descargas" de sexo à noite

tivemos até um “ameaço” tórrido na praia, num fim do dia

mas Bela não se conseguia descontrair e acabámos “correndo” para casa

 

 º

posteriormente… ainda nos encontrámos os três mais duas vezes

 e Bela “matou” a sua curiosidade em estar a sós comigo,

numa ocasião única, que ela quis irrepetível

(e de que gostei muito).


 

foi a minha primeira menage M-H-M


 


sinto-me: um bocadinho nostálgico
música: Even In The Quietest Moments - (Supertramp)

Segunda-feira, 16 de Julho de 2007

você tem email - (simplesmente Maria)



olá Maria - agradeço o segundo mail.
peço desculpa por ainda não te ter respondido às questões do primeiro mail.
o tempo anda curto - há muita coisa que gostava de escrever.
além disso, tento ir respondendo por ordem de entrada dos mails.




respostas para alguém que assina
Maria (Simplesmente)







Com que frequência fazes essas tuas ménages a trois ?

não tenho exactamente uma "frequência" Maria.
tem tudo bastante a ver com a vontade e a disponibilidade dos casais.
e mesmo eles... nem todos têm algo a que se possa chamar uma frequência estipulada  (pelo menos, aqueles que conheço).
contudo, nos últimos três anos, talvez que três vezes por mês.
talvez seja um número aproximado.
(nunca "apontei" esse tipo de coisa, lol lol lol)

no entanto : certa vez conheci um casal que dizia fazer duas menages por semana (mas só estive com eles uma vez).

Tens casais certos para as fazeres ou preferes ir variando ?

a princípio, variava bastante.
(conforme respondia ou me respondiam a anúncios)
mas desde cedo comecei a preferir procurar casais certos.
se recuares no blog, poderás ler o "dedico".
não significa isso que rejeite variar - aconteceu até recentemente.
apenas que prefiro a menage com pessoas que já conheço minimamente, a quem já conheço melhor as preferências, os ritmos, quando começa a surgir uma certa cumplicidade mútua - até por quem já nutro uma amizade.
a qualidade da menage depende muito disso.





(Se tens) E esses casais fazem-nas também com outros homens? Ou só contigo ?

não é o género de pergunta que coloque às pessoas.
deixo ao seu critério pessoal, dizerem-mo ou não.
pode ser algo bastante particular em que não interfiro.
(a mim, fazem-ma com frequência e nunca menti acerca disso)
já aconteceu perceber que haviam outras pessoas...
já aconteceram até alguns envolvimentos com um terceiro homem...

mas se o que pretendes saber é : se me importo que isso suceda...
não! - não faço questão em ser o "único", nem sou ciumento com isso.
(sim, sim... há quem tenha ciúmes, é verdade... lol lol)
no entanto - alguns casais garantem-me que sou o único com quem se envolvem e só tenho que acreditar em tal.

Em média quanto tempo pode demorar uma ménage a trois ?

aí está outra coisa que nunca "apontei" - lol lol lol.
por vezes reparamos nisso mas... não acho que seja importante.
posso dizer que a última (no miradouro), deverá ter durado uns 30 ou 40 minutos.
(a maior parte do tempo nos preliminares com ela, a procurar que se descontraísse)
numa outra altura porém, num "fim de semana sexual" (uffff - lol),  entre vários períodos, com um casal já bastante meu conhecido - tivemos umas cinco horas praticamente ininterruptas.

no entanto - não podes estabelecer um paralelo entre menages e mano-a-mano.
numa menage "esticam-se" as coisas - procura-se até isso mesmo.
dois homens a darem prazer a uma mulher, vão alternando e mudando.
há avanços e recuos, pequenas paragens, jogos diversos.
tudo isso vai-se desenrolando e não se pensa em "horas".
isto... se se pretende uma menage no seu sentido mais interessante.
(pode-se ali chegar e rás-pás-trás-já-estás - cada um, faz o que gosta)
no mano-a-mano não há tanta margem de manobra.

(bom... há homens que dizem fornicar 6 horas sem parar... (okay!!!)  eu não consigo)





Para fazer a penetração dupla não é necessário que os homens tenham pénis grandes ?

não!
isso é um mito!
não convém que sejam extremamente "pequenininhos", claro...
mas as dêpês com GRANDES paus é uma imagem transmitida pelos vídeos pornográficos (até mesmo por necessidades de filmagem - para se ver bem e tal...).
há determinadas posições de dêpê que não serão muito fáceis para homens com pénis médio - mas a mais clássica (um homem deitado de costas, ela montada nele de frente e o segundo homem a fazer anal) é acessível a qualquer homem, mesmo com um pénis pequeno - e a mulher também tem um papel importante nisso (como se coloca, se se mexe e como o faz, etc).
lembro-me até de um anúncio de um casal que procurava um homem com um pénis mais pequeno para fazer a parte anal, por exemplo.

É verdade que se faz penetração dupla vaginal e anal ?

sim, fazem-se.
mas como deves calcular - dependerá um pouco (ou bastante) da experiência dos participantes - pois alguma cautela é aconselhável.
nem toda a gente gosta ou pensou sequer em fazê-la, como é evidente.
há mulheres que a receiam - há homens que não aceitam - é conforme.
dêpê vaginal já experimentei - anal é que não.





A mulher não fica extenuada após uma ménage a trois ?


bem...... sim, acontece com frequência, lol lol lol.
além de ser algo compreensível... é algo que se pretende,
que tem muita carga psicológica - erótica.
e que as próprias... praticamente sempre (lol)... não se importam nada de sentirem!
(nadinha mesmo)  lol lol lol
mas olha que... às vezes... acontece o contrário!...
e "a gente" também não se chateia nada

No calor da excitação a ménage não pode ser perigosa para a mulher ?

hum, não creio - pelo menos, não mais que num mano-a-mano.
lá haverão as excepções que requerem cautela,
como já falei - nas dêpês vaginais ou anais.
de resto, nunca me aconteceu percalço algum.
nem tenho conhecimento de algo grave que tenha sucedido numa menage.
(mas, por alguma razão se desaconselha a menage, por exemplo, de uma mulher com dois homens completamente estranhos para ela - que talvez possa levar a abusos ou descuidos negligentes - certo?)





Ménage a trois com duas mulheres, já fizeste ? Não é mais difícil para o homem ?

sim, já experimentei.
adorei, delirei e outras coisas acabadas em "ei",
(que agora não me lembrei)
mas a segunda parte da tua pergunta é interessante - lol lol
porque será "mais difícil" para o homem?!
difícil de se aguentar com o trato que duas mulheres lhe dão ao mesmo tempo?
ou... difícil de tratar de duas mulheres ao mesmo tempo?

por enquanto... vou deixar isto assim - no ar, a pairar.
talvez se fale disto nos comentários.
talvez o meu próximo artigo seja sobre a minha primeira experiência.
(já com alguns aninhos...)



sinto-me: atarefado
música: Space Truckin - (Deep Purple)

tortura sexual






há minutos atrás recebi a seguinte sms :


Quero que vejas a minha cara de prazer quando estiver entalada entre vocês dois, a ser possuída pelos dois. Quero sentir-me toda cheia. Mas agora quero que durmas bem. Jinhos


não conheço o número.
liguei logo a seguir mas ...... estava desligado.
a esta hora ...... resta-me tentar "dormir bem".
o que é difícil com esta imagem em mente
e com o tesão com que fiquei.

a isto chama-se
 "tortura sexual"
e devia ser proibida pela O.N.U.


sacanas
( não se faz, pá...)



falem-me de torturas sexuais que já vos tenham infligido, por favor.
pelo menos, para não me sentir a única vítima neste mundo tão cruel
e a esta hora tão tardia.




sinto-me: totalmente torturado
música: Find My Baby - (Moby)

Sábado, 14 de Julho de 2007

nocturno - miradouro



era o nosso segundo encontro.
iríamos beber algo, falar um pouco e...
seguiríamos para o primeiro menage deles.
Éme e Éle são estreantes no HM+H
mas arranjaram um local para o fazerem.
já havíamos combinado tudo por tlm.

atrasei-me um pouco no trânsito.
(apenas 10 minutos, mas aborrece-me sempre)
quando cheguei, senti que algo não estava "bem".
" - há problema? vocês parecem-me tristes."

o local para o encontro ficara indisponível à última hora.
só o haviam sabido depois do telefonema, já eu vinha a caminho.
desdramatizei a situação.
se era pelo facto de eu ter vindo, não tinham que estar assim.
podíamos conversar um pouco mais, conviver...
o resto, ficaria para outra altura.

no entanto - ofereci-lhes uma ida a um motel, a meu cargo.
Éle não se sentia à vontade com isso.
além de que havia uma segunda questão:
quem inviabilizara a ida para o tal local estava à espera deles,
não iam poder estar muito tempo comigo.
pelo menos - não tanto tempo quanto haviam desejado.
"- aproveitemos então o tempo que temos" - disse-lhes.

estivemos de conversa (muito picante) durante uma hora.
depois passeámos até um miradouro.
estava bastante vento, mas não estava frio.
sentámos num banco a ver a cidade iluminada a nossos pés.
Éle no meio de mim e de Éme.

ninguém à vista - miradouro vazio.
Éme começou a acariciar uma perna de Éle.
segundos depois tinha a mão bem lá dentro do vestido suave e solto.
não esperaram muito para que eu fizesse o mesmo.

Éle tinha as coxas a ferver e não havia cuequinha alguma.
fiquei logo quente - mulheres de vestido e sem cuecas é uma tara.
além de alguns "choques" com a mão de Éme, encontrei o que desejava.
uma coninha macia, quase toda depilada, com um grelo saliente.

contudo, Éle estava nervosa - foi notório.
continuámos, docemente, apenas a acariciá-la,
o mais que o vestido nos permitia.

Éme olhou novamente em redor - eu idém - ninguém!
então ele abriu o pequeno zipper que partia do meio do decote dela.
aberto de par em par, expôs um belo par de mamas.
juntos e sem tirar as mãos de dentro do vestido,
fomos chupando e lambendo.
quase dava para ver os mamilos a embicar e a enrijecer - que tusa!!!

Éle foi descontraindo.
quando os nossos dedos lhe exploraram novamente a ratinha,
já estava húmida.
abriu-se às nossas carícias,
pondo cada uma das pernas para cima das nossas,
ajeitando-se melhor no banco, reclinou a cabeça para trás,
fechando os olhos e gemendo...

sempre controlando em redor,
eu e Éme tudo fizemos para a levar ao orgasmo.
os nossos dedos faziam malabarismos dentro dela,
fantasias desenhadas com sensações.
chegou a lá ter quatro, dois de cada um - irrequietos e malandros...
mas foi difícil, pois ela não se deixava ir o suficiente para o atingir.
demorámos um pouco, mas, por fim, lá chegou!

depois - gozava eu ainda a coninha finalmente encharcada
e os bicos rijos e bons de chupar - Éme pôs-se de pé.
sacou do pau escuro e rijo e enfiou-lho na boca.
ela chupou-o com gula enquanto procurava o meu com a mão.
tirei-o para fora e ela agarrou-o com força - ficou agradada.





contudo, na posição em que estávamos,
a minha mão na rata dela, a mão dela no meu pau,
estorvavam-se os braços - não resultava.
tirei a minha mão - os meus dedos quase pingavam!

ela flectiu-se para vir mamar no meu pau que reluzia de inchado.
tinha imensa água na boca e mamava gostosamente.
Éme tentou virar-lhe as ancas - percebeu-se logo qual era a sua ideia.
mas Éle disse logo que "não", que se aparecia alguém topava tudo.
era verdade!
"- esperem..." - disse eu.

coloquei-me noutro ângulo.
sentei-me nas costas do banco, pernas abertas, pés no assento.
ficava quase de costas para a única entrada do miradouro.
rapidamente fiz com que percebessem que...
se alguém surgisse, ainda que nos visse, não entenderia os vultos.
teríamos tempo para nos compormos - mas Éme teria de controlar.

ela ficou de pé, dobrada de frente para mim,
com as mãos nas costas do banco, mamava-me com deleite.
Éme, por detrás dela, levantou-lhe um pouco o vestido
e espetou-lhe o pau.

em poucos instantes - aquilo foi demais para eles!...
Éle gemia que se vinha de novo.
Éme veio-se ao fim de uma dezenas de estocadas.
eu estava longe disso.
" - quero que te venhas..." - disse-me ela.
sorri um pouco :  " - sou demorado e está difícil " - resumi.
"- deita-te no banco, eu fico a ver se vem alguém." - disse Éme.

Éle mamou-me, lambeu-me, mordiscou-me, engoliu-me...
estava debruçada sobre mim, perto da minha cabeça - torci-me um pouco.
conseguia chupar-lhe as mamas pendentes e enfiar-lhe dois dedos.
a leitada de Éme ainda de lá escorria...

de repente - foi o flash.
"- venho-me, venho-me..." - avisei.
ela bateu-me o pau com vigor.
a minha leitada esguichou direita ao seu peito,
soltou uma exclamação de surpresa e agrado.


depois......
Éle parecia principalmente surpreendida com a naturalidade com que tudo acontecera e com o facto deles os dois terem tido tanta e a mesma vontade para o sucedido no miradouro  -  Éme parecia ainda estar a interiorizar tudo aquilo ou então... estava com uma grande ressaca da adrenalina.


já estavam atrasados - tinham de ir.
despedimo-nos com o desejo de voltarmos a estar juntos.
no tal local - para outros vôos...

fico a aguardar.



sinto-me: nocturno
música: Mas Que Nada - (Black Eyed Peas)

Segunda-feira, 9 de Julho de 2007

clube sexo



há pouco tempo, o MT e a Rosa (num momento mesmo casual) convidaram-me para ir a um "clube sexual" com eles.

(se alguém desconhece: é um género de clube que, na essência, é uma discoteca com zonas dadas à brincadeira e com outras à parte - neste caso, no 1º andar - onde se pratica o swing ou o sexo grupal)

eu disse logo que não estava trajado para a situação.
havíamos estado na praia, eu estava de polo, calções compridos e sandálias - não dava para ir a casa trocar de roupa (é longe) - a roupa do MT serve-me "nas orelhas", como se usa dizer.

"ah, não faz mal, não estás descomposto, não há problema"

sim - descomposto não estava, a farpela até era daquelas de marca e tal.
segunda questão : aquilo é um clube mais vocacionado para o swing, para casais, etc.

"não há problema, já somos clientes de alguns anos, há outros casais que levam amigas, etc"

(não saiba eu que, nestas coisas, uma "amiga single" é vista de forma muito diferente de um "amigo single"...... mas ok, lá fomos)


pronto... BARRAGEM

logo a começar - um desagrado (muito mal disfarçado, diga-se) por ser um single masculino.
(meu caro : se é "permitido", não há cá lugares a "não é muito usual" - okay?)

depois de conversas "lá dentro" com a personagem mistério, lá veio o veredicto:

"até poderíamos permitir a entrada, claro, mas... de calções e sandálias é que não pode ser - vocês conhecem as normas do clube quanto à indumentária (etc, etc)."

Rosa estava a começar a "ferver" - pedi-lhe que não o fizesse, não valia a pena.
mais alguns argumentos mas...... nada a fazer - era irredutível.

nem de propósito - chega um casal com uma amiga:
elas duas, em dois "vestidos" que mais pareciam biquinis presos por cordões - ele, de fato leve e com um top que deixava apreciar o bronze e os abdominais tonificados até aos pêlos púbicos.
conhecendo a Rosa já o suficiente, calculei o que ía sair dali.

"desculpe lá, mas... os homens podem mostrar os abdominais mas não as pernas do joelho para baixo? pode explicar-me isso, por favor?"

não podia, não tinha explicação - calções não eram indumentária apropriada e ponto final.
ainda pediram para falar com alguém que...... parecia não estar presente, ou disponível, não percebi.

insisti com a Rosa e com o MT - que por favor "esquecessem" a situação.
os meus calções do Coronel Tapioca eram mal quistos e nada havia a fazer.
que ficava para outro dia.
(eles são clientes habituais e sei que nestes sítios atribuem-se "nódoas" à reputação dos casais com relativa facilidade)

contrafeitos, lá abriram mão daquilo - fomos embora.
depois a noite descontraiu-se de novo e passámos um bom bocado numa discoteca normal antes de ... coisa e tal, etc...


não comentei mais o assunto desde lá.
este texto é a primeira vez que volto ao assunto.

compreendo as normas de certos clubes, discotecas, até bares ou lounges (como lhes chamam agora).
mas, somos humanos, não deixamos de nos ressentirmos na coisa e - na verdade - eu não estava nada descomposto, nem os calções pelo joelho ou as sandálias eram, digamos, des-dignificantes.
estavam asseados, não estavam amarrotados, têm até uma certa dose de sensualidade.
as sandálias chego a usá-las no trabalho, pois são calçado bastante formal, não são "sandálias de praia".

não deixa de ser algo contraditório que se demonstre tão elevado grau de zelo indumentário num local onde, alguns minutos depois, haverá quem esteja meio despido ou com "pendurezas" a sairem da braguilha do Armani.

também creio que - ao atirar-se em cara que "se são clientes habituais, deviam saber as normas" (reparo que não está em causa) talvez se devesse ter um pouco mais de recato ao dizê-lo ou mesmo... ter a noção de que há os habitués e os há os habitués desde a primeira hora (o que também devia ser um ponto na política da casa).

por último:  certa ocasião, em Nova Yorque, aconteceu-me algo casual deste género.
mas não para um Clube Sexual - para um restaurante daqueles finíssimos que os americanos bajulam.
e a verdadeira classe da casa (apesar dos bajulamentos) revelou-se :  emprestaram-me um fato completo e gravata, de excelente qualidade, depois de me garantirem a sua total esterilidade.
quando se pretende ter CLASSE - tem de se saber tê-la!


MT e Rosa dizem-me que não tencionam voltar àquele clube.
peço-vos que não o façam (vocês vêm ler, eu sei) porque... um Clube não é apenas um local.
são as pessoas que lá vão, que vocês também conhecem e a restante memória que vos traz.
foi um episódio algo "triste", mas - fico bastante constrangido com a vossa decisão.
pensem nisso.

sinto-me: bãh, que se lixe...
música: I Got Style - (Lou Bega)

Domingo, 1 de Julho de 2007

cena marada / nº3



do blog Elástico da Cueca
(que acrescento nos meus links)
"roubei" este diálogo.


- Então Marco, já conseguiste convencer a tua namorada a fazer um ménage?
- Não ,mas tenho um plano.
- Qual?
- Vou embebedá-la, combino com um amigo e na altura certa vai tocar à campainha.
  Ela não pode escapar. Até vai gostar. Sério!

- Tu estás a dizer que vais f**** a tua namorada, que supostamente amas, podre
 
de bêbada com ajuda de um amigo só para realizares a tua fantasia sexual?
- Sim...

- Porra, parece-me uma violação.

não sei se o diálogo será real, mas não importa isso.
não se trata de uma menage - mas como diz o/a interlocutor/a
de uma  violação.
(o que a ser real - é preocupante)


mas não é isso que pretendo expôr - o diálogo serviu-me de mote.
pois fez-me lembrar de outras coisas que já li - até mesmo que já ouvi.

a ideia completamente falível de que
ficar-se ébrio ajuda a fazer uma menage.

passe a comparação (não tão) grosseira
é algo como julgar que é alcoolizado que se conduz bem


em tempos - alguém me relatava entusiasmadíssimo uma aventura que tivera com a namorada e uma amiga da namorada - que haviam ingerido uma quantidade descomunal de bebidas numa discoteca (misturadas, para mais ainda) - que tinham ficado muito quentes e desinibidos - que tinham ido para o carro no estacionamento e feito uma menage-a-trois no banco traseiro - mas tinham levado uma garrafa de Absolut e que tinham "regado" a menage com ela - que havia fodido uma e outra alternadamente + anal + broches e 69's - contou-me todos os pormenores e mais alguns de uma menage completíssima - enfim, uma coisa Absolut(amente) fantástica

bom,
para ser sincero, nunca experimentei a fazer uma menage completamente alcoolizado.
(trancado dentro de um carro com duas mulheres, menos ainda)

já estive altamente alcoolizado (sim, e muito)
já fiz uma menage com duas mulheres (que nostalgia...[suspiro])
já fiz uma menage nos bancos traseiros de um carro fechado (mas era um monovolume)

mas tenho de confessar que as três coisas juntas,
me parecem "areia a mais para a minha camioneta"
principalmente por causa do "altamente alcoolizado" metido na fórmula.


um pouco de álcool - antes de uma menage - ajuda a desinibir.
(qualquer pessoa perceberá isso)
um pouco de álcool - durante a menage - pode ser um factor de excitação, de jogo.
como noutra diversão qualquer - beber moderadamente não é um conselho em vão.

será possível fazer uma menage com alcoolémia extrema - talvez.
não faço ideia
conseguir-se uma boa menage, que fique memorável como uma experiência gratificante e agradável para as três pessoas é que (lamento) não acredito.

daí, um pormenor curioso :  achei impressionante como aquele homem,
tão extremamente alcoolizado que estava na tal menage,
ainda se lembrava passados vários dias,
de tantos pormenores e tão vívidos !?!

(devo seu eu que não aguento a bebida)


o diálogo...
o diálogo relata a intenção de um crime.
alcoolizar raparigas (e não apenas alcoolizar) em discotecas para fins sexuais é algo dramático que, demasiado "ocasionalmente", acontece nas nossas "noites".
não é diversão (não me venham com estorietas)
é fruto de uma mente doente.
não é uma menage (use lá outro termo s.f.f.)
é uma violação perpetrada com um cúmplice.


são frustrados-sexuais como este alegado Marco que, além de criminosos em potência, acabam também a contribuir para estereótipos cretinos ou mal intencionados acerca desta ou doutra prática sexual.
(pois sabe-se bem que nunca são as boas experiências que se usam para tal)



sinto-me: há cada "amigo", fosga-se
música: Firestarter - (Prodigy)

cena marada / nº2



já tinha este artigo na calha para aqui colocar.
para além disso - uma das questões colocadas
pelos Um Casal  vem precisamente ao encontro
daquilo que vou relatar.






após várias trocas de mails e de conversas no chat do site
convidaram-me para um café e dois dedos de conversa
cheguei um pouco antes da hora - eles bastante depois dela
conversámos
ou melhor - conversámos, eu e ele

ele - era exuberante acerca das fantasias que queriam realizar
ela - sempre calada, muita vez olhando noutra direcção
decorreu quase uma hora
segundo ele - desejavam experimentar imensas coisas
umas tradicionais, outras mais recentes, inovar até
o silêncio dela - contudo - incomodava-me, constrangia-me

o tempo acabava-se
trocámos números de telemóvel - outro encontro havíamos de ter
okay, óptimo, tudo bem

levantou-se ele para ir pagar a conta
ficámos eu e ela, no mesmo silêncio, pesado
não me contive e perguntei :
- você não está muito entusiasmada com isto, pois não?

deu-me um sorriso tímido - baixou os olhos
depois respondeu apenas:
- isto são tudo fantasias dele, está sempre a falar nestas coisas, eu não desejo nada disto!

calou-se - lançou-me um olhar que entendi
ele voltava à mesa - efusivo como durante o tempo todo
eu nunca observaria nada - não faz parte do meu feitio
de qualquer forma, faria o que o olhar dela me pedira
(ia dar no mesmo)
nada comentei, nada perguntei

fiquei aliviado por ter terminado o encontro
queria ir-me embora dali

º
telefonou-me ele, tempos depois
pensei dizer-lhe o que pensava - diria que me havia apercebido
(não que ela mo havia dito - não sei que reacções haveriam a isso)
mas não o fiz
disse que andava sem tempo e um pouco adoentado

a ela - teria gostado de lhe perguntar porque permitia aquilo
a ele - que aquilo não era correcto, que não é bom para ninguém
(talvez tenham encontrado um tipo que não se importe com isto - não sei)


---<|>---

há homens que realmente forçam as companheiras às suas fantasias

outros apenas as têm e as companheiras alinham porque acham isso uma prova de amor

há mulheres que, para não admitirem que gostam deste tipo de experiências, alegam que são taras do companheiro a que foram forçadas

já aconteceu até, encontrar uma situação em que esse "forçar do companheiro" era um teatro, um jogo, um fétiche que o casal tinha

por vezes é difícil discernir se há alguma destas situações envolvidas
outras vezes não - são perceptíveis

quando a mulher está no mesmo nível de interesse pela menage que o companheiro, isso torna-se bastante notório (mesmo que esteja nervosa)!

por mim - quando não percebo o mesmo empenho a ambos, redobro a minha observação dos sinais, dos pequenos deslizes, dos olhares, das lnguagens corporais

poderão dizer-me : - és parvo, outro haverá que não se importará com isso.
okay ...... nada tenho a ver com "outros", cada um tem a sua postura
a minha é esta

uma menage não é uma coisa que se force alguém a fazer
e não estou minimamente interessado
em pactuar numa coisa assim




sinto-me:
música: Sexo - (Pedro Abrunhosa & Bandemónio)

Quinta-feira, 28 de Junho de 2007

menage-a-trois (1)




uma mulher + dois homens
um pequeno inquérito - um pequeno desafio





exclusivamente para quem se imagine num menage de dois homens com uma mulher.
noutra ocasião - colocarei um semelhante para um homem/duas mulheres



1 - companheiro/a

o que imaginas inclui o teu companheiro ou companheira actual? porquê?

2 - parceiro/s

quais seriam os parceiros ideais ?
ex: o namorado e um amigo dele, um casal desconhecido, etc.

3 - antecedentes

que conhecimento ou convívio antecedente ao menage consideras que seria necessário?
ex: um conhecimento de longa data, acontecimento fortuito, anúncio, etc.

4 - preparação

que situações consideras preparatórias para levar à descontracção para o menage?
ex: um jantar antes, ir a uma discoteca, um passeio, um fim de semana, etc.

5 - físico

que aspecto físico seria o dos participantes?
ex: musculados, mais velhos/novos, raças, etc.

6 - intelecto

idém para o aspecto intelectual.
ex: cultos, divertidos, formais, etc.

7 - local

onde gostarias que decorresse o menage?
ex: tua/vossa casa, casa do terceiro elemento, motel, praia deserta, etc.

8 - restrições

imaginas ou ocorrem-te restrições que colocarias?
(há quem as coloque) ex: não haver beijos, não usar linguagem grosseira, só sexo oral com o terceiro elemento, etc.

9 - ambiente

que ambiência imaginas no quarto ou sala?
ex: pouca ou muita luz, que tipo de música, velas, video porno, etc.

10 - início

como imaginarias começar?
ex: começar primeiro com o/a companheiro, logo os três juntos, o companheiro apenas primeiro a ver (watching - peeping), etc.

11 - práticas

quais as três práticas que a menage possibilita e que mais te excitam?
colocar por ordem de importância.

12 - final

como imaginas a finalização do menage?
ex: sair para diversão, ficar a conversar, o terceiro elemento apenas sair, etc.



quem desejar responder
pode fazer copy/past do primeiro comentário que coloquei e preenchê-lo.
mas podem comentar de outra forma, obviamente.
divirtam-se

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