Terça-feira, 19 de Junho de 2007

um dia destes - atiro-lhe a escada




há mulheres que são um completo TESÃO

(não - não estou a falar de top-models - falo de mulheres do dia a dia)


 


muitas vezes até por razões que nós próprios não nos apercebemos às primeiras.

se a isso juntarmos uma situação específica que aumente a tusa

é quase de morder os dedos dos pés.

 


isto a propósito do quê?


a propósito da dona do café defronte da minha casa.

mulher de quarenta anos, de rosto duma beleza exótica, de corpo maduro mas incrivelmente pro-vo-can-te.

é o melhor cu cá da rua, só para começar – e se eu sou doido por cus.

mas além disso, o resto acompanha.

 

isto – é apenas o início do tesão.

aquela mulher fala-me de uma forma – que me derrete todo.

imagino gemidos, pedidos e ordens naquela voz meio rouca – e logo a verga dá sinal.

não bastasse – dedica-me indirectas maliciosas condimentadas com olhares lascivos.

faz-me a folha - estou marcado.

 

como já me viu despi-la com os olhos, abusa de mim à descarada.

a mais ninguém faz coisas que me faz a mim – tortura-me a sacana.

pode sentar-se, que já lhe levo o cafézinho

diz-me ela com aquele sorriso capaz de derreter titânio.

só aquela boca carnuda faz-me logo pensar em coisas de fazer corar o próprio diabo.

depois serve-me o café – inclina-se em demasia – mostra-me as doces mamas.

(são doces, de certeza – têm de ser, pelo aroma que deixam)

fico louco e ela sabe-o muito bem.

depois rebola aquele cu de volta ao balcão e fico sem me poder levantar da cadeira.

(ela sabe-o também, que já mo topou uma vez)


 


ainda é melhor que esta

 


 

agora – a tal “situação específica”.

a dama é casada – casada com o meio-dono do café.

não sou “ciumento”, não seria isso a estar em causa.

ainda que não seja sátiro capaz de ir provocar desarranjos em casa alheia.

mas

nunca vi aquele gajo ter um carinho, uma atenção sequer num olhar, para aquela mulher.

antes pelo contrário

é uma besta autêntica para ela, em pleno café, vazio ou cheio de gente.

em contrapartida

vê-lo a comer estudantezinhas imberbes com os olhos, todo mesuras

vejo-o eu muita vez.

(e ela também, que já a vi a ver – com mais desprezo que ciúme)


 

e é então que mais tusa me dá.

imaginar-me a comer a dona do café, à canzana

na minha sala, junto à janela.

enchê-la com a verga enquanto me enche ela as mãos com as mamas.

vendo aquele cu a estremecer a cada investida minha

ela mais rouca que nunca a cada estocada.

ambos a fornicar que nem desalmados

à luz do candeeiro da rua que invade a casa.

a ver do outro lado da rua, o dono do café, à porta, perguntando-se onde ela teria ido.


é tanta a tesão que fico de pau feito só de escrever isto.

 

porque ela parece merecer cada milímetro daquilo que parece não ter

e ele merece cada centímetro daquilo que está a pedir que lhe metam

 

 

 

sinto-me:

cena marada / nº1



já havia decidido escrever esta aqui
mas não era agora
o email do tuga_louco é que mo faz antecipar







cheguei ao local de encontro - não estava ninguém.
não estranhei - quase sempre é assim.
os casais costumam fazer isso - para apreciarem quem chega.
é compreensível.

minutos depois chegou ele - apenas ele.
era homem de 50 e alguns anos - de conversa difícil - nervosismo talvez.
disse-me que ela estava atrasada, que já ali iria ter.
conversámos pouco - falou ele do que pretendiam, de como o pretendiam.

15 minutos depois, chegou ela - mulher bastante mais nova (mais de 10 anos).
era bonita, simpática, um pouco roliça mas fresca, atraente.
vinha "vestida para matar" - de atributos bem realçados.
a conversa ficou mais ligeira - ainda que ela pouco se revelasse.
falou-se mais de mim do que deles - muito na base das perguntas e respostas.
( o que não adianta muito à descontracção mas foi bom )
diziam-se experientes - mas não mo pareciam.

bem, então vamos? temos um local para encontros
disse ele - meia hora depois, se tanto.

não é muito comum que um casal queira logo algo no primeiro encontro
mas, por mim, okay - lá fomos

era um anexo por cima do que parecia ser uma oficina - entrámos, subimos.
não houve quase preliminares - ele começou a apalpá-la, a despi-la.
fez-me sinal para que me despisse também.
estava tudo a ser um pouco precipitado para o meu gosto
mas tudo bem - juntei-me a eles - procurei dar sensualidade ao momento.
tinham-me dito que queriam que fizesse aquilo que eles "ordenassem".
é um jogo que muita gente gosta - que também gosto por vezes.
e assim começou a ser - com ele dizendo faz isto, faz aquilo.

não me tinham dito porém, que ele apenas desejava assistir.
eu prefiro "tudo ao monte" mas - mais uma vez - tudo bem.
ela estava a gostar, eu também, ele estava excitado.
era uma mulher fogosa - o que me agrada imenso.
ele ia ordenando - a cena até estava a resultar muito excitante.

até que
oiço ele dizer
bate-lhe .  dá um estaladão nessa vaca
de repente - fiquei meio desorientado
cheguei a pensar que ouvira mal
bate-lhe .  ela gosta
tornou ele
na posição em que estavamos - podia dar-lhe umas palmadas nas nalgas
foi o que fiz
assim não .  dá-lhe com força . na cara, nas mamas.
olhei-o nos olhos - fiz-lhe que "não" com a cabeça
e quase imediatamente - fui-me abaixo

não entrarei em mais pormenores.
ela - não me parecia, afinal, assim tão entusiasmada com a ideia.
ele - comprometeu tudo nos momentos seguintes com as coisas que disse.
eu - apeteceu-me bater sim, mas era nele.


por vezes acontecem estes baldes de água fria
(como em tudo na vida)



você tem email - (surpresas)



falando-se em surpresas - pergunta o caro tuga_louco

- e se um dia te convidam para uma cena dessas (um menage) e te sai assim uma cena sado ou pior? que fazes? alinhas ou quê?






caro tuga_louco, tens razão.

lá porque um gajo é gajo, não significa que não tenha umas surpresas de vez em quando.
já tive algumas - umas boas, outras não tanto.
mas nunca tive nenhuma "sado".

pelo menos, não no sentido em que vemos o Sado-Masoquismo.
ou mesmo o Bondage.
(tive uma cena esquisita - que contarei a seguir - mas de S/M mesmo, não)

parece-me que vês o S/M como uma coisa "má" - já que dizes "uma cena sado ou pior".
por mim : o S/M entre pessoas que gostam dele, será óptimo concerteza.
a mim não me alicia.
se não é entre praticantes - será pior então, é tortura, é muito provavelmente um crime.

de qualquer forma e voltando às "surpresas".

normalmente as pessoas, mesmo quando têm um simples fétiche, das duas uma:
- ou dão uma dica - fazem conversa disso, sugerem.
- ou não avançam para esses campos nos primeiros encontros.

pelo menos - eu tenho tido a sorte de me perguntarem acerca de coisas assim.
algumas um pouco para o bizarro.
(que acho? se gostava de experimentar? se já fiz?)

sado-masoquismo - puro e duro
tipo : espetar coisas, cenas com beatas, com tenazes, flagelações e outras muito piores
não obrigado

mas uma surpresa assim com um pouco de Bondage
muito provavelmente - alinhava
mas teria de ser algo muito suave
pois tudo se resume ao seguinte :  não gosto de dor no sexo.

portanto - mesmo num menage há que saber dizer "não", se algo choca tão brutalmente com os nossos desejos e gostos.
sou um convidado do casal, tenho de prestar atenção ao que eles desejam - ou não desejam (principalmente a isto).
não sou um prostituto, contratado para se sujeitar - posso dizer "não".

abraços
sinto-me: desejoso por um bom café

publicado por sextrip às 11:16
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Domingo, 17 de Junho de 2007

palmadas (I)

º
º




gosto de sexo com casais
gosto de sexo com mulheres
gosto de sexo com homens
pelos poucos locais que frequento na net, fica isso sempre bastante claro

por isso - é incompreensível para mim esta mania
porque se fazem passar por mulheres ou por casais ?
que o finjam para fisgarem mulheres ingénuas ou desatentas
já sabia disso - não comento
fingirem que são um casal - marcarem encontro - aparecerem com desculpas parvas



mais do que desnecessário, é estúpido
(porque tem o efeito oposto, sabem?)

é a vossa fantasia ?  -  okay, seja
a minha era dar-vos umas palmadas
(deixam?)

Sábado, 16 de Junho de 2007

dos "big black cocks" ... menage-a-trois



a nossa menage tinha terminado - uma delícia como de costume

estávamos os dois na sala aguardando por Célia que ficara ainda na casa de banho
o apetite para o bife na Portugália era imenso depois daquele fornicanço todo
de repente, diz-me ele sem mais :

- adorava ver a Célia a ser comida por um preto.
ri-me, engasgando-me com o martini - que falava a sério, disse ele

- dá-me um tesão enorme imaginá-la a ser fodida por um caralhão daqueles.
ri-me novamente - disse-lhe que nem todos os têm enormes - ficou pensativo
perguntou-me se conhecia alguém - respondi que não
põe um anúncio   - sugeri-lhe eu

º
º
º
Rui telefonou-me um mês depois, para uma nova menage
mas que tinha de ser no dia tal às tantas horas - garanti-lhe que ia
quando cheguei ao café do encontro, só estava ele - achei estranho
contou-me então que íamos buscar outro homem, um negro - perguntou se me importava
não me importo nada   - disse-lhe sorrindo, antecipando a cena
»
Célia estava um pouco nervosa - mas ao mesmo tempo percebia-se a sua excitação
Éme, o negro, era um homem simpático e ela gostara do seu aspecto
Rui vendou-a e disse-lhe para se deixar ir na onda
começámos os três a despir-lhe a pouca roupa que tinha
a apalpá-la, a acariciá-la, a lambe-la, a beijá-la - ela foi-se relaxando, depois aquecendo
despimo-nos os três, à vez
o Éme tinha uma picha grande, não "enorme" mas grande - e grossa
e já estava enseivado com a boazona da Célia - o que não admira
- nós só vamos ver, depois logo tratamos de ti  - disse o Rui
»
assim foi
ficámos a ver o negro a comer a bela Célia
deu-lhe o pichotão à boca e ela ficou incrédula - tirou a venda, já não precisava
queria ver "aquilo" bem
mamou-o a preceito, com mestria, salivando de tesão
Rui tinha a câmara vídeo - gravava tudo







o Éme enfiou uma camisa num instante - ficara doido com o broche
puxou Célia para o meio da cama, abriu-lhe as pernas bem para os lados
lambeu-lhe a cona avidamente, duas ou três vezes - começou a enterrar o pichotão lentamente
ela contraiu-se, gemeu em crescendo
ele foi cuidadoso, soube excitá-la bem - o homem sabia o que fazia
»
enlouqueceram ambos - nós por arrasto
Éme bombava com ritmo e por vezes quase enfiava tudo - Célia guinchava apenas
depois tomou o controlo - virou o negro para debaixo - montou o pichotão viscoso
Rui filmava bem de perto, o entra e sai do pau preto e rijo na cona apertada e rosada
eu estava doido por entrar nela também - tinha a verga rija que nem pedra
»
Éme, porém, não foi muito resistente
poucos minutos depois, tirou o pichotão para fora, arrancou a camisa, esporrou-se nas mamas de Célia
ela levou de imediato uma mão à rata, enquanto espalhava a leitada com a outra
»
- põe-te já nela, não a deixes arrefecer   - disse-me o Rui
nem hesitei, já estava preparado - atirei-me logo à Célia - que me quis encavado até ao fundo
dei ao cu com força - como ela pediu num gemido - comendo aquela cona em brasa
Rui despediu-se do negro e veio correndo - ela abocanhou-lhe logo a verga
»
gemeu, roncou, guinchou, veio-se, veio-se e tornou-se a vir
entre os dois fornicámo-la bem mais de uma hora
Célia ficou derreada, saciada para além do imaginado


adormeceu com ar de estar nas nuvens
sinto-me:

Sexta-feira, 15 de Junho de 2007

preliminares ... menage-a-trois









pergunta a minha amiga

não achas que os homens que procuram casais para menage só pensam em broches e penetrações? que não têm imaginação para mais nada?

não te sei responder - é muito possível que seja assim
talvez na maioria dos casos
pois se muitos homens não os fazem quando estão a dois
não os farão a três ou a quatro - não será?






preliminares numa menage
feitos por dois homens ao mesmo tempo

é loucura garantida para uma mulher

e não os fazer
é perder uma grande parte do prazer no menage

que fica pobre

dedico

neste mundo de sexo em grupo nem tudo é frieza ou promiscuidade como tanta vez se pensa ou se quer fazer crer
em quase vinte anos de experiências fiz muitos conhecimentos - pessoas com quem me identifico, com quem tenho alegria e agrado em conviver - tanta vez mesmo sem sexo naquele momento

e alguns amigos também - que sei gostarem verdadeiramente do homem que sou - a quem julgo já ter demonstrado que gosto deles

neste blog não uso nomes falsos - acho isso intimamente negativo
na minha noção de discrição há factores que podem ser mais comprometedores que falar numa Paula ou num Luís, perdidos entre milhares de paulas e luíses
se omito um ou outro nome é porque assim me foi pedido
mesmo Sextrip nada mais dirá à maioria dos que aqui possam vir - mas é reconhecível por aqueles que me conhecem
no entanto, sou um Zé entre milhares de josés

este artigo é supra-pessoal
nesta minha primeira aventura pelo mundo bloguista dedico estas palavras às pessoas que tive e tenho o privilégio de conhecer








Célia e Rui .................... adoro-vos
Joana e João ................ viva a lócura, lol
Rosa e MT ................... ora pá, vocês sabem
Paulo .......................... és um fixouné rapaz
Dina e Ekse .................. lindos, é o que vocês são
Ruizão ......................... anima-te meu rapaz
Chico .......................... quem diria? certo? lol
Maria e Miguel ............... que saudades de vocês
Quim e Toninho ............. seus malucos... lol
Ana e Filipe .................. saudades enormes
Tânia .......................... oh minha takinha linda
Ana, Jota e Nico ........... sardinhada? onde? bora lá
Zé e Nita ..................... saudades - algarve este ano?
Carl & Kim .................... missing you both - kisses and hugs
Ruka ........................... um abraço e um beijão
Lena ........................... és uma tipinha fixe




beijos e abraços a todos os outros
grato pelos bons instantes
espero ter constituído uma boa recordação

sinto-me:

Quinta-feira, 14 de Junho de 2007

a boleia ... menage-a-trois





liguei-lhes à hora combinada
queremos fazer uma loucura - disse-me ela
esperei na rua que me indicou
chegou o carro - ele no volante, ela atrás, a sorrir
< esse decote, essas mamas, fico doido >
arrancámos - a conversa era provocadora
fomos por uma estrada escura, sem outros carros
ela tirou-mo para fora e chupou-mo
ele espreitava pelo retrovisor
passaram minutos de agonia com aquela boca a tratar-me o pau
ele conduzia e espreitava - eu louco, ela gulosa
< engole todo, engole >
por quatro vezes estive quase a verter-me - aguentei
ele enfiou o carro por uma estrada florestal
preservativo metido num instante
e já ela me montava - gemendo e rosnando
ele espreitava, apalpava-lhe as nalgas, dava-lhes palmadas
< pula minha linda, pula pra eu ver >
saiu, abriu a nossa porta
rodei com ela enganchada, pernas para fora do carro
senti o pau rijo dele roçar-se em nós
de repente ela gritou alto
senti o pau dele abrir caminho no outro buraco
< adoras uma boa dupla, não é? >
isso mesmo... assim, vá... goza minha linda
º
º
ela ficou louca e deu conta de nós


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