Quinta-feira, 29 de Novembro de 2007

e-mail : parelha sexual


e-mail de Nico TT (para: Trambolho Total)...

um gajo chato para caraças !!!...

 

 

 

[…]

Há dois gajos num classificado qualquer que se oferecem a casais e gajas sozinhas para sexo em grupo. Os gajos até foram entrevistados para o tal e qual e dizem que são muito procurados.

Também dizem que não cobram nada mas que os casais dão sempre uma prenda monetária. Fazem videos a pedido dos casais e que isso é que é vendido. Ainda dizem que hoje em dia têm muitas mulheres sozinhas a chamá-los, gajas que os maridos não lhes ligam e não sei quê e que antes eram mais os casais a fazê-lo.

Que achas de tudo isto pá?

Queres fazer uma parelha comigo? Eu pago os classificados.

[…]

 


 

assim, às primeiras…

parece-me isso tudo uma grandessíssima treta !...

 

mas okay, dissequemos a coisa.

há vários “istos” nesse “tudo”.

 

nunca vi esse classificado num jornal, mas… também não costumo ver classificados.

(tu é que és bom nisso… sempre à procura de massagistas ao domicílio e etc…)

já vi algo de semelhante, mas… num site de encontros.

classificados de meninas que se disponibilizam para casais

é que sei haverem.  (com fartura…)

 

duvido que resulte.

ainda que haja todo o género de gostos, ideias e interesses.

não me parece que haja essa “grande” apetência de casais para arriscarem tal contacto com homens desconhecidos, por anúncio, etc…

antes me parece mais uma fantasia de quem anuncia

a ver se calha alguém interessado.

 

normalmente… nos casais envolvidos em ménages, é bastante usual que seja o homem a tratar dos assuntos – fazer os contactos, combinar os encontros, definir regras, etc…

mas… é quase sempre a mulher que acaba por “condicionar” as situações.

ou seja, numa situação normal a última palavra cabe à mulher.

 

nestes casos surge o equilíbrio que se conhece :

ele ser mais pelo experimentar, avançar, etc…

temperado pelas cautelas, receios, etc, dela.

um influencia o outro e, na maioria das vezes, isto funciona bem.


ocasionalmente este equilíbrio encontra-se invertido, mas é raro.

 

pelo que conheço, a maioria dos casais funciona desta forma e sempre começam por pretender apenas “mais um homem”.

quando são mais experientes em ménage e quando (normalmente) já têm bastante confiança no parceiro… lá existem casos em que pensam em quadras, 3H+1M, mas… contando com esse parceiro habitual, procurando apenas o “terceiro homem”.

 

interfere aqui bastante o factor de segurança física,

que tanto a mulher quanto o marido equacionam.


. marido + parceiro desconhecido = 50% risco.

. marido + parceiro já habitual + parceiro desconhecido = 33% risco.

. marido + dois parceiros desconhecidos = 66% risco.


praticamente, ninguém aborda este “equacionar”,

mas,garanto-te... existe !

e deve ser feito.

 

voltando ao equilíbrio entre o casal…

acontece que, por vezes, são ambos aventureiros

e nesse caso talvez existam interessados nesse classificado.

contudo… conheço muito pouca gente assim.

 

essas “prendas monetárias” também são sobejamente conhecidas e existem muitos casais (HeM) que usam esses estratagema.

ao colocarem as coisas dessa forma pretendem sugerir que não se prostituem.

 

gravações vídeo (ou mesmo fotos), pagas ou não, com parceiros completamente desconhecidos… parece-me também bastante arriscado, mas enfim…

 

o dizerem-se “muito requisitados” na tal entrevista…

que esperavas tu que dissessem ?!

lol lol lol… é a única coisa que interessa dizer.

( és mesmo "santinho" )

 

quanto a essa maior procura por parte de mulheres sós…

ainda me parece menos plausível (maior treta portanto).

mais a mais, essa historieta das “mulheres negligenciadas pelos maridos” tresanda a fantasias de fanfarrões (e já tem barbas, fónix…).


como em todos estes anos só conheci uma mulher (single) que procurava sexo grupal não me "estendo" mais.

 

 

não pá !!!... não quero fazer nenhuma “parelha” contigo.

principalmente … porque és feio que nem bode

e estragavas-me a reputação.





sinto-me: suado... (não digo porquê)
música: I Feel Good - (James Brown)

Segunda-feira, 26 de Novembro de 2007

é natal, é natal... ding dlong diiiing...



este artigo será alvo de uma reedição, assim que tiver disponibilidade para tal.

até lá... não desejo que julguem que "esqueci" ou que não dei o devido valor às vossas "prendas".






nomeado por:
 Crestfallen
Infiel



é dos prémios que...
quando encontro noutro blog, quase sempre me interessa o conteúdo desse mesmo blog
talvez haja portanto, um qualquer ponto comum em todas essas nomeações




nomeado por:
Sexy_hot
 Maaf
Someone_Else_But_Me
Gomesh
4epul




ora... o BNC, o "prémio armadilhado", lol lol
acerca de ser BNC, vocês já sabem o que penso
está tudinho --> AQUI
a diferença em aceitá-lo está (vocês bem sabem)... nas pessoas que mo dão




nomeado por:
Maaf
Someone_Else_But_Me





bom... "solidariedade" não é uma lamechice
e todos temos alguns valores que consideramos não deverem ser ameaçados
os artigos que coloquei nesse âmbito revelam coisas que tento ter presentes no meu dia-a-dia, que eventualmente poderão ir além deste blog




nomeado por:
Someone_Else_But_Me
Maaf
Again




julgo ser a nomeação mais "simples" mas, de certa forma, que mais terá a haver com as nossas interligações de blogosfera




creio que não me esqueci de nada nem de ninguém que me tenha nomeado.
se o fiz... desculpem-me...
digam-me qualquer coisa, pois não estou habituado a tanta prenda.

( a desenvolver )
e a nomear outros, claro...


tags: ,

Quarta-feira, 21 de Novembro de 2007

o meu casamento



( não se assustem... é apenas um título )



peço encarecidamente…

 

por favor expliquem-me porque é que a esmagadora maioria das mulheres tem esta (aquela) mania irreprimível de serem “casamenteiras” ?

 


lá que queiram casar… eu compreendo, há “n” explicações compreensíveis para o facto.

mas tanto empenho em que os outros também se casem… arre, é-me incompreensível !

 

pior que isto é que… também é crescente o número de gajos a sofrerem desta mesma patologia !

(vocês riem-se mas é deveras preocupante…)

 


deixem-me contextuar a coisa…


 

já não bastando o quase diário assédio ao meu celibato levei este fim de semana um autêntico “banho” de lugares comuns acerca da coisa e fiquei completamente azedo e impróprio para consumo !

 

como não tenho mais sítio nenhum para ir desabafar… “comem” vocês por tabela, que é para não terem essa mania de serem meus leitores.

 

 

 

neste país, ser solteiro (okay, divorciado, pronto...) aos 47 anos parece ser algo susceptível de multa (no mínimo) ou de equiparação aos Et’s de roswell…

existem as mais diversas formas e expressões para demonstrar que somos uma qualquer anormalidade de feira, tipo “mulher barbuda” …

 

este fim de semana foi o fim de semana da família… assim a modos que uma tradição muito nossa que... de há muitos anos a esta parte... visa contrariar a “tradição de toda a gente”, que são as concentrações de natal.


local : um vilarejo para o centro do país, onde vivi parte da minha juventude e onde uma tia minha tem casa com espaço para albergar duas companhias de cavalaria.

 

num passeio matinal pelo lugar, foram inevitáveis alguns encontros “com o passado” portanto…

 

 

“não me digas que ainda não casaste ?!?”, pergunta a Felismina, a ex-boazona dos tempos de liceu, com aquele ar de desmesurado espanto, como se me tivesse esquecido de algo fundamental à vida...  (tipo : a panela de pressão ao lume há 6 horas…).

 

O cómico é isso mesmo… tudo parece indicar que me esqueci disso.

como se houvesse um grupo enorme de mulheres que me mandam folhetos e outros direct-mail desejando contrair matrimónio comigo e eu… vai de botar no lixo junto com os jornais do jumbo, media-markt e os cartões do mestre bambo licenciado em tarôt…

não prestando a mínima atenção e votando as pobres ao esquecimento.

 

“o quê ?!? ainda não te fisgaram ?!?”, acrescenta a Jacinta, prima da Felismina, arregalando ainda mais os olhos e descendo o queixo no máximo possível, afim de vincar que o seu espanto é ainda maior que o da prima.

 

esta coisa do “fisgar” é lixada !

faz-me sentir assim a modos que um salmão desesperado, subindo um qualquer rio bucólico, a tentar fugir aos anzóis de 500.000 mulheres num concurso de pesca desportiva.

 

quando respondo que “não” com o meu melhor sorriso descartável… cai o carmo e a trindade.

como se o facto de ainda não me ter casado (ou sido fisgado portanto) fosse, ao mesmo tempo, uma injustiça inqualificável da vida e algo mais surpreendente do que o mickael jackson ficar preto de novo…

 

mais algum blá blá e piro-me com a desculpa de estarem à minha espera.

num último olhar, já à distância, digo para mim próprio que a Felismina ainda merecia uma boa foda à canzana… mas apago rapidamente o pensamento.

 

 

no café, tentando a paz de um martini (ando a tentar ficar parecido com o George Clooney…)  lá a Ti Rosa me dispara um “atão hóme, e casar ? nada ?!?” tal qual como se pergunta se o bilhete da lotaria saiu branco…

para logo acrescentar, “olha, o meu filho já está despachado”… que é como que diz que o “puto” com 22 anos é mais esperto que aqui o “cota” com “carenta e muitos”…

 

lá tenho de me render à evidência que o gajo é mais entendido nestas coisas da vida e nos seus despachos do que eu.

contra factos não há argumentos !!!

 

o “estar despachado” também é interessante !

- será que significa estar (finalmente) despachado da casa materna ?

- será que se despachou a encontrar uma substituta para “tratar dele” ?

- assim sendo… haverá, algures, uma fila em que os homens aguardam pacientemente e de ticket na mão que chegue a sua vez de serem “despachados” ?!

- fila portanto… que ele, despachadamente, fintou e passou à frente ?!


o “despacho” é realmente um mistério em termos de conceito.

 

 

já em casa de família… nova carga da brigada ligeira.

 

“e tu Zé ? quando é que te decides a casar ? “ – pergunta a Ti Elvira.

sinto vontade de dizer:

- olhe… decidi agora mesmo !... vou ali à rua, a ver se apanho uma desprevenida… o casamento é amanhã à tarde.

claro que não digo isto… a velhota ainda era capaz de acreditar e punha a costureira a fazer uma directa para lhe acabar a “saia-casaco”.

digo-lhe apenas que “ainda não calhou…” e o seu rosto de 83 anos fica transido com a minha falta de sorte – é uma fofa, a Titi…

 

mas está dado o malfadado mote – já não há nada a fazer !...

 

“ pois é primo… você é o único sem mulher, não é ?!? “ – aproveita-se logo a prima Efigénia, uma quarentona bem cuidada que, em tempos, teve uma paixonite cardíaca por mim…

ainda pensei em responder-lhe “estou à sua espera prima”, mas receei que ela não percebesse a ironia e tivesse uma recaída.

(além do mais… é casada com um GNR e não quero problemas com as autoridades…)

 

“ ele não é casado… mas isso de não ter mulher, já é outra história !!!...”

disparou logo a minha mãe em defesa do filho – risota geral.

não sei muito bem como, mas… as mães sabem sempre destas porras todas !...

 

“ pois, está bem, mas o primo devia assentar… já não vai para novo…”

tornou a Efigénia, compondo a cabeleira encaracolada…

(não sei se terá sido coincidência…)

 

não faltasse esta !!!... a do “assentar”...

 

mas assentar o quê ?!? que trampa é essa do “assentar” ?!?

até parece que um gajo anda pelos ares, qual pobre folha arrastada pelo vento, sem eira nem beira…

isto na melhor das hipóteses… que se quiser ser complicado, sinto-me como um ladrão alcoólico e toxicodependente, pulando de pensão decrépita em esconderijo manhoso, fugindo à bófia e fornicando prostitutas de esquina… a necessitar desesperadamente da super-mulher que me virá “meter juízo” na cabeça e reabilitar-me finalmente.

 

esta coisa de “assentar” é a mais comum.

como se toda a nossa vida fosse uma brincadeira leviana e desconexa que só um casamento (prefigurado na mulher, portanto) é capaz de contrariar e carregar com a virtude da “responsabilidade”, legitimando-nos finalmente como pessoas inteiras, nobres, idóneas, fecundas e raios-os-partam os etc’s…

é parecido com o mito do “ir à tropa”, que é o que faz de nós… homenzinhos !...

 

é, sem dúvida, a expressão que mais “me fode”.

 

ora… uma cozinha com uma dúzia de mulheres não é o melhor local para um gajo se sentir “fodido” (noutro contexto seria…) e resolvi pirar-me para a sala.

 

esqueci-me que... sendo esta uma das reuniões hiper-tradicionais inter-géneros, estavam elas na cozinha e eles… na sala a ver o sport-tv

pirei-me para o quintal-horta-pomar…

seguido pelo meu irmão e pela minha respectiva cunhadinha a quem chamo “minha ovelhinha negra” (o que, dito por mim, é um elogio…).

 

– porra !!!... grande ataque, hein ?... – diz-me ela rindo-se muito.

- arre !!!... – respondo eu em jeito de concordância.

- tás tramado !!!... – sentencia o meu irmão.

a minha cunhada dá-me o braço e andamos um pouco pelo pomar.

- nunca vais casar, promete-me…

- prometo !... – respondo-lhe com uma risada.

 

(aleluiaaaaa… uma lufada de frescura em toda aquela fixação feminina casamenteira – tinha de ser ela !...)

 

mas mal sabia eu da missa…

 

uma hora depois, já estando toda a gente à mesa (e acreditem que é bem grande…) começa-se de novo a falar em casórios…

que este casou com aquela… que a outra tá para casar com aquele outro… que a não sei quantas vai casar mas já está toda “furada” (pobre moça!)… que assim, que assado, cozido e refogado…

PIMBA !!!... lá venho eu de novo à baila…

faço um esforço tramado para parecer alheado daquilo tudo…

 

até que, por fim (não podia “faltar”), a Tia Genoveva, na sua infinita sapiência de “matriarca, governanta e gestora” de homens frouxos que gerou no seu seio familiar, lá se sentiu “forçada” a opinar com o seu habitual ar severo que… “não é vida para um homem… que deve manter uma família e ter assim quem trate dele… pois é sabida a vida desregrada que levam os homens solteiros…”

 

isto dito… evidentemente… não como uma má sorte da minha vida, mas antes com a certeza inquestionável de uma culpa declaradamente minha, uma falta imperdoável da minha ignóbil condição de homem sem rumo... e outros conceitos merdosos de que a sei recheada como um peru.

 

esta minha tia, deve ser o membro da família que menos prezo e com quem me sinto, literalmente, obrigado a conviver.

(uma ou duas vezes por ano, mas, sinto… e ela sabe disso)

deve ser o melhor protótipo da gaja que “inverteu os papéis” e que foi… muito mais além do pior dos gajos como marido, pai e chefe de família ! (é a minha opinião)

 

é o “sonho” personificado de muitas damas, enfim…

 

este “ataque ao desregrado” é, no fundo, o “ataque ao coitadinho” (como desprezível, nada de compaixões…)

ou seja… não tendo mulher, coitadinho, vivo num pardieiro, acumulo pilhas de louça por lavar e montes de roupa à espera do mesmo, tenho uma camada de pó com 1cm (no mínimo) por sobre toda a casa, alimento-me exclusivamente de enlatados, visto roupa amarrotada e outras coisas mais… que são apanágio de “homens que vivem sozinhos”.

sem uma mulher… sou uma merda ! (poderá ler-se nas entrelinhas...)

tentar provar-lhe o contrário é tempo perdido, de nada adianta... e da minha parte está ela bem livre da intenção !

 

ou isso… ou tenho forçosamente de ter “mulher a dias”, almoçar e jantar num restaurante, usar a lavandaria / engomadoria com parcimónia e dar mensalmente uma lista de mercearias à minha mãe…

(desta última, a minha mãe riu a bom rir !... “para dentro” como se costuma dizer e sem comentar, pois não vale a pena)

 

a contrariar isto, contudo… houve ainda aquela coisa do ser um “bom partido”.

que partiu… não de uma senhora já velhinha e apegada às antigas noções do matrimónio, mas… de uma outra prima (em 2º ou 3º grau, já nem sei) ainda nos seus viçosos 27 aninhos.

(e que bem “viçosa” é… raios !!!)

 

ora… pelo que se comprova, a noção não é antiga e colocou ela por mim a questão fulcral da coisa :

que o que eu sou é “um bom partido”… fosse eu um tipo (da recolha) do lixo, barrigudo e sem cheta… não haveria tanto interesse em que me casasse !

 

minha mãe nem levantou os olhos do prato - sorriu e fez que sim com a cabeça.

 

cá por mim… por tão cabal exposição, apeteceu-me beijar a priminha…

(na boca, de preferência… ainda que estas “relações familiares” não sejam bem vistas)

 

o resto da mesa apresentou interesse em debater/rebater a ideia até que… pedi, por favor, que mudássemos de assunto.

fi-lo bastante secamente (o que parecia ir comprometer o resto do almoço) mas, sinceramente, achei a coisa perfeitamente descabida e já demasiado exagerada.


não imagino o que “lhes deu” este ano para fazerem do meu celibato a “ordem do dia” mas que acabou por se tornar bastante constrangedor... acabou. !

 

 

ao jantar, felizmente, lá voltou o assunto que costuma ser o “número um” nestas reuniões de família, ou seja, o obituário anual do vilarejo e o levantamento de doenças e mazelas da população.


curiosamente… ninguém perguntou pela minha saúde…

 

 


sinto-me: perseguido !!!...
música: Don't Break My Heart - (Vaya con Dios)

Sexta-feira, 16 de Novembro de 2007

vaipe nº 0000004 - yesterday...











sabes o que em ti me faz delirar ?


 

 

é que… mal te meto a mão entre as pernas…

 

já esses bicos ameaçam “romper” a blusa !!!

 

esse peito arfa com violência


os lábios ficam-te brilhantes, carnudos !!!

 

ficas a cheirar a calor quente e húmido !

 

os meus dedos quase pingam…

 

é impossível não te querer “estraçalhar toda”

 

estejamos onde quer que estejamos !!!

 

vira-te… sussurro, ordeno, obedeces…

 

 

caramba mulher !!!

 

tu adoras ser comida por mim !

 

dás-me cabo da cabeça !

 

transformas-me a vaidade em tesão


tão dura que até dói !

 

 



arranhaste-me as costas todas, doida !!!

 

(mmm… adoro)


 


sinto-me: arranhado
música: qualquer coisa da Nina Hagen...

reencontros



bastantes vezes me acontece uma coisa de que gosto sobremaneira.


 

é estar num bar (normalmente é num bar) e trocar galanços com uma nina sem que nunca se chegue à fala…


depois, vou-me à “minha vidinha” a pensar nela, imaginando conversas, cenas e rebolanços…


por fim, novamente no bar, reencontro-a e então a abordagem surge naturalmente…

(quando não sou eu o abordado)

 


quase sempre me apercebo de que aquele intermezzo (em que fomos à vidinha) teve um correspondente do “outro lado”.

em que fui especulado, imaginado e mesmo (humm, meaamm)  antecipado…

 

sem desgostar exactamente das coisas que “rolam no momento”… acho estes “reencontros” uma delícia !


é certo que talvez veja isto desta forma porque as sortes me têm sorrido (na maioria das vezes) mas… o certo é que prefiro assim.

 

por exemplo, o confronto daquilo que se pensou / imaginou com o que depois se percebe é um motivo de conversa muito agradável, muita das vezes divertidíssima e um excelente “quebra gelos”.


 



sextrip simulacrum - foto de Daniel Bauer

 


há dias, pensei nisto, fiz um overview e notei uma coisa interessante.


que quase sempre – excepto em duas ou três vezes – isto acontece com mulheres rondando os 40 anos.


 


 

convido-vos a   especularem livremente   sobre o assunto…



sinto-me: de saída...
música: Civilized Man - (Joe Cocker)

aquele momentinho sexual



- não te preocupes, acontece a qualquer homem… não há problema…

 

( a pior coisa que se ouve…)

 

- não estou preocupado…

 

( a única mentira que ocorre…)

 

- [sorrindo] foi expectativa a mais ?...

 

( acontece, acontece…)

 

- não !... estava bem rijo há bocado… não estava ?

 

( salvaguarda da masculinidade… ufffff…)

 

- sim, estava… [rindo] que foi então ?!...

 

( som de pedras de gelo caindo…)

 

- ó pá, não sei… não importa… esquece…

 

( grande erro !!! )

 

- ai pá… não me digas isso…

 

( eu não disse ?!...)

 

- mas não digo o quê ?

 

( armar em parvinho não resulta…)

 

- essa coisa do “não importa” e não sei quê… detesto !

 

( som de icebergue caindo…)

 

- pois, se não importa mesmo !!!...

 

( acorda pá !!!… elas não aceitam isso )

 

- mas podes dizer-me, não ?!... já não somos criancinhas…

 

( psicologia de inversão… acho que é o termo )

 

- ó pá (humpfff)… estavas um bocadinho (humpfff)… pró seca, pronto…

 

( tás fodido !!! )

 

- eu ?!?!?!?!?...

 

( pronto… tá tudo estragado !...)

 

- sim pá (humpfff)… mas não há problema… acontece…

 

( ah pois acontece… também acontece…)

 

- ah, quer dizer… agora o problema sou eu não ?!?...

 

( música de entrada do Darth Vader…)

 

 




 


A bem da “boa disposição para o fim de semana” dos nossos estimados leitores, somos forçados a interromper esta blogonovela .

agradecendo antecipadamente a vossa compreensão, despedimo-nos até à próxima terça feira, 20 de Novembro...

com beijinhos peganhentos e viris abraços.





sinto-me: ( escondido )
música: Darth Vader Theme

Quarta-feira, 14 de Novembro de 2007

mulheres ridículas








há mulheres que me fazem rir de tão ridículas que são !

 


são bonitas… sem dúvida !

são boazonas… a-bso-lu-tamente !

mas pobres coitadas, julgam-se por isso

as ultimate woman ao de cima da terra.

não há nada mais desatraente numa mulher...

 


como se todo o gajo vivo (ou mesmo morto) vendesse a própria mãe só para ter o privilégio de estar meia-hora com elas.

orgulham-se de que todos os homens as comem com os olhos,

que todos as desejam ter.

enquanto chamam porcos àqueles de que não gostam

e pães àqueles de que gostam

 

esse é o primeiro nível do seu “elaborado” esquema de selecção…

o nível seguinte é saberem do real poder de compra do rapazinho.

este segundo nível pode perfeitamente alterar

os critérios de selecção do primeiro !

(ou seja… dar origem ao “coirato no pão” ou ao “pãozinho sem sal”)

 

mas isto… nada tem de invulgar.

não é isto que me faz rir, ou rir-me-ia por muito pouco.

 

o que me faz rir é quando o seu “reinado” termina.

seja porque há novas rainhas no paço… seja porque a idade não perdoa.

o discurso muda radicalmente…

 

passam a bradar que não são apenas um corpo, que foram estigmatizadas pela sua beleza, que também têm sentimentos, que os homens só pensaram em levá-las para a cama, que se intimidam com mulheres inteligentes… (onde agora se incluem, claro – antes, diriam “com mulheres belas”), mais isto e aquilo… tudo menos assumirem aquilo que foram e ainda se julgam.

 

é então que me dão vontade de rir !

 

mal por mal… sejam como a Caneças, lutando na ponta do bisturi por todo e qualquer cm de beleza e sempre preparadas para o “golpe do baú”… mas apesar de tudo, iguais a si próprias por (à sua semelhança) já não enganarem ninguém..

 

vem isto a propósito de uma dama que, durante muito tempo,

tentou que eu a quisesse “engatar”.

que terá comentado com outrem

que eu tenho medo de mulheres bonitas e inteligentes.

sim… que pela sua tabela

ela ainda está na fase de transição de “bonita” para “inteligente”…

 

deve ter perdido alguma aposta que fez e agora…

resta-lhe esta arma de arremesso.

 

o passo seguinte será espalhar o rumor de que sou paneleiro…

(é o costume…)

 


sinto-me: preguiçoso
música: hoje... está a saber tão bem o silêncio...

Terça-feira, 13 de Novembro de 2007

homens especiais (link)



porque deveras adorei...

porque o meu ego gostou...
(porque me sinto "especial" por vezes também)

porque vai sendo raro "ouvir" uma mulher falar assim de homens...

porque está "sentido"...

e também... porque não o consigo incluir nos "escolhidos" - não sei porquê.



excerto do artigo "Aos homens especiais deste mundo" de Marta,
uma menina escondida atrás de uma máscara...




Os homens, esse ser tão presente e tão distante!

Tão simples e tão complicados!

Tão fortes e ao mesmo tempo tão medrosos!

Esse ser que enfrenta com a maior das facilidades outro homem ainda maior, ainda mais forte, que enfrenta o maior dos animais selvagens, que enfrenta as guerras, as armas, os monstros marinhos e as tormentas, que enfrenta o desconhecido, mas que por vezes tem tanto receio em enfrentar a mais frágil das mulheres!

Não há nada de mais delicioso do que ver um homem a brincar com uma criança!

Não há nada mais espectacular do que ver um homem fazer festas a um cão!

Não há nada mais bonito do que ver uma lágrima de um homem escorrer-lhe pela face!

Não há nada mais doce do que descobrir a sensibilidade de um homem duro!

Não há nada mais sentido do que uma carícia meiga de um homem!

Não há nada mais respeitoso do que um homem dar-nos um beijo na testa!

Não há nada mais calmante do que a preocupação de um homem para connosco!

Não há nada mais protector do que a ternura dos seus abraços fortes!

Não há nada mais angustiante do que os silêncios de um homem!

Não há nada mais reconfortante do que aquele telefonema simpático quando menos esperamos!

Não há nada mais romântico do que o simples gesto de um homem abrir-nos a porta do carro!

Não há nada mais saboroso do que ele dizer-nos que estamos lindas!

Não há nada mais delirante do que um homem dançar connosco!

Não há nada mais excitante do que o olhar profundo de um homem quando fazemos amor com ele!

Não há nada mais libertador do que um homem fazer-nos rir!

Não há nada mais entusiasmante do que ver um homem sorrir!

Não há nada de melhor do que um pedido de desculpas sentido de um homem depois de nos fazer chorar!

Não há nada mais amoroso do que ele simplesmente nos perguntar se estamos bem!

Não há nada mais encorajador do que a força de um homem!

Não há plenitude maior do que partilhar o nosso mundo com o deles!



blog "Atrás da Máscara"

espreitá-lo ------>  AQUI





sinto-me: ... bem ! ....
música: When a Man Loves a Woman - (Percy Sledge)

Quarta-feira, 7 de Novembro de 2007

férias - engordar



um encontro, uma conversa...
pensamentos que levei na bagagem... ( #01 )
pensados, repensados...
postal ilustrado, telefonema...
e-mail...








é verdade... engordaste.


não te vou dizer que "ohh... não senhora!!!"...
não vou ser hipócrita contigo,
num fingir que não vejo o que é patente
e que tu sabes.

mas vou-te dizer que exageras
e vou-te dizer algo mais, ainda que o saibas sobejamente

que não tem cabimento
essa "preocupação" perante mim !

acaso viste algum espanto desagradado nos meus olhos ?
acaso me ouviste alguma palavra de circunstância ?
acaso sentiste nalgum momento qualquer constrangimento em mim ?

deixa-me responder por ti
não se podem ver, ouvir, nem sentir coisas que não existem !

eu sei que sabes !...
já lá vão anos... não semanas.
mas então... pergunta a ti própria :

achas que irias sentir...
menos fulgor nas minhas mãos ?
menos desejo nas minhas carícias ?
menos ternura nos meus beijos ?
menos ganas no meu tesão ?
menos verdade nos meus olhos ?


queres... primeiro... voltar "ao que eras".
tu o dizes... eu discordo.
apenas engordaste... não deixaste de ser o que és !
não cedas aos clichés.
não deixes que "nos importe" isso.
não me fales em decepção, quando sabes tu muito bem
o que me faz decepcionado com quem quer que seja !

não percebes o quanto as tuas próprias palavras te são nocivas ?
acaso julgas que não saiba o que é a auto-estima ?
sei ! e tu sabes que sei...
e sei o que é mais capaz de a agredir.

faz a tua dieta, monta o teu programa...
eu compreendo.
mas exclui apenas... o que há para excluir.


percebi o que aconteceu.
mas tenho de te dizer que era escusado.
não fui embora frustrado... fui "aguado".
(lol... que é diferente)
teria preferido provar-te no desalinho dos lençóis
o quanto estavas enganada !



21 de Agosto de 2007


º


viste... como nada se havia perdido ?




sinto-me: risonho...
música: Nights In White Satin - (Moody Blues)

Terça-feira, 6 de Novembro de 2007

vaipe 999999 - finalmente...



eu sei, eu sei... prometo que a próxima é sobre sexo - prometo, juro !!!
(mas é só mais esta...)



após 28 anos

! FINALMENTE !

a minha primeira

[ emocionado ]

multa de trânsito


obrigado, muito obrigado

senhores da polícia municipal de lisboa

[ mesmo muito emocionado ]

muito, muito obrigado


data 24-07-2007 hora 23h47...
Local 19 - TÚNEL DO MARQUÊS DE POMBAL...
DESCRIÇÃO SUMÁRIA: O Veículo circulava, dentro da localidade, pelo menos à velocidade de 53km/h, correspondente à velocidade registada de 58km/h, deduzindo o valor do erro máximo admissível, sendo o limite máximo de velocidade permitido no local de 50km/h. A velocidade foi verificada através do radar, de marca Multanova, modelo etc etc etc...

o mais fixe mesmo... é a marca do radar, lol lol... está realista !!!
não é PrevenirNovo ou TechDetect ou outra treta do género






não haja dúvida que o mais giro do circo são os palhaços



sinto-me: ... blop ...
música: I Shot The Sheriff - (Eric Clapton)

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