Sábado, 29 de Dezembro de 2007

question of balance




a propósito da “passagem de ano”

e dos “balanços de vida” que se fazem por estas alturas…

 


disseram-me ontem assim :


“ – vais-me dizer que não é estúpido que ande toda a gente a fazer balanços agora !?  como se isso alterasse alguma coisa ou a malta faça aquilo que diz no ano que vem ! é tudo uma parvoíce…”

 


bem… lá vamos nós outra vez…

 

para além de continuar sem perceber muito bem esta mania de “deitar abaixo”, de desvalorizar, de criticar… num todo e indiscriminadamente… as coisas agradáveis, boas, úteis que temos e de que podemos usufruir…

 

... que mal poderá haver em fazer o balanço de um ano e desejar modificar coisas na vida ou no carácter ?!

... que há de “estúpido” em fazer-se um projecto, mesmo que ele depois não nos corra como imaginámos ?!

... que há de errado em fazer isso no momento de transição de um ano para o seguinte ?!

 


a sério… não entendo tanto criticismo acerca da situação !

 

em tudo se faz (deve-se fazer) um “balanço”.

desde a mercearia da esquina a qualquer dos bancos é feito um.

não vejo o porquê de não se fazer  o mesmo com algo tão mais importante quanto o é a nossa vida !?

 

fazer um balanço sem lhe contrapor um projecto… é algo bastante fútil, pois fica –se apenas por metade e sem objectivo algum.

e todos os “projectos”, sendo apenas uma previsão em virtude de uma projecção, têm a sua percentagem de risco de insucesso.

o que, normalmente, é evidente e deve ser esperado...

se a maioria das pessoas imaginasse como é composto um plano de negócios (que não passa também de um projecto) não seriam tão críticas para com os outros ou mesmo para consigo próprias…

mesmo um projecto feito numa base objectiva e realista está condenado à partida a sofrer alterações, a fazer cedências e reconfigurações, etc… pois o imprevisto é uma variável gigantesca.


mas… sem uma linha condutora previamente projectada então… não se tem rigorosamente nada e o imprevisto não desaparece apenas por isso !

 


a altura do ano… mais uma vez e à semelhança de outra coisa qualquer… é a ideal.

poderia ser no dia 15 de Junho de cada ano, mas… não falando de outras condicionantes bastante valorizáveis, que diferença faria ?!...  porque haveria o 15 de Junho de ser melhor, mais aconselhável , menos criticável que o 31 de Dezembro ?!....

necessitamos de um “momento” exacto, concreto, bem definido para fazermos um balanço… e não vejo melhor data, ou momento, que este !

logo à partida, por uma razão de lógica mais que evidente.

 

- aquele é um arrogante que diz não precisar de fazer “balanços” nenhuns !!!

óptimo para ele !... mas não sei se será “arrogante”.

- aquela desorganizada diz sempre que vai fazer isto e aquilo, mas nunca faz nada !!!

paciência !... problema dela… mas não sei se é “desorganizada”.

- aquele ali diz que faz balanços ao fim do ano e que lhe resultam, é um convencido !!!

ainda bem !... como poderei saber que é um “convencido” ?

 

e você, meu caro (minha cara), que aponta este tipo de atitudes… faz “balanços”, não faz… tem alguma linha condutora, ou não… é 100% carpe diem ou nem por isso… (?)

qual é a sua fórmula, diga-nos lá…

 

da qualidade (honestidade, objectividade, realismo, etc) dos balanços de cada um… não podemos saber, apenas podemos especular acerca de alguns casos que nos rodeiam ou conhecer os de algumas pessoas mais “chegadas” caso tenha isso qualquer interesse… e definitivamente, não podemos fazer da nossa opção pessoal a “bitola” para olharmos todos os outros.

julgar ser o centro do mundo não é item muito inteligente num “balanço”…

aliás... normalmente exclui essa necessidade.

 

 

 

Já agora…

 

BOAS ENTRADAS

PARA TODOS

 

( até pró ano )


 


 


sinto-me: encerrado para renovações
música: O Fortuna, velut luna "Carmina Burana" - C.Orff

Domingo, 23 de Dezembro de 2007

eh pá, vai levar na...




depois de duas noites de voluntariado
( duas, de várias ao longo do ano )
vai-se tomar o merecido pequeno almoço
a um dos cafés madrugadores da zona.

são directas bem dispostas
pela boa companhia, mas...
que moem o corpo e dão fomica.

nove à mesa
entre os vinte e poucos e os cinquenta e o não se pergunta
croissantes mistos, galões
palavras soltas e risos
meias de leite e espírito leve.

chegam três mocinhos bem produzidos
claramente vindos de outras "noites"
e oh que surpresa tão agradável
um deles conhece uma das ninas do grupo.

conversinha, converseta
que a miúda até que é bem gira...
(cumprimentar o resto do grupo, um simples "bom-dia", é que népia)

- então ??? foste à discoteca Xpto ?!...
- não !... tive voluntariado... no XYZ ...
- ah, que engraçado... é o espírito do natal, fica-te bem, fica-te bem...
( risinhos, risinhos )

notei o tom sarcástico
notei que ela também notou
notei que arrefeceu... mas nada disse.

fiquei na dúvida se a expressão
"eh pá, vai levar na peida"
se coaduna com o espírito natalício
e só por isso não a verbalizei.


porque será que tenho a "ligeira sensação" que este género de críticas, pretensamente cruas e realistas (neste caso, velada) sempre vêm de cínicos hipócritas ?   que... ou nada fazem e se acham por isso superiores... ou que, por se comportarem dessa exacta forma, de terem febres natalícias, consideram que todos os outros fazem exactamente o mesmo !?  como disse... é apenas uma "ligeira sensação" !

chacotear alguém pelo bem que faz (sim, mesmo que num só dia) é acto de má fé, de má intenção e próprio de quem nada vale, para nada presta.

"amanhã"... estará aquele menino, captando audiência, com ar constrangido, a lamentar a má sorte dos desfavorecidos, acerca dos quais "toda a gente é hipócrita porque nada faz" e outros blá-blá-blás que tanta vez oiço... esquecendo-se, muito convenientemente, de estar afinal incluso no "toda a gente" que critica !


mas enfim... certas coisas, aparentemente incompreensíveis para alguns, aquecem realmente o coração e nada consegue estragar tal sensação.

como alguém disse...
"aqui não há deveres cumpridos,
mas podemos fazer um bom trabalho
"








UM EXCELENTE NATAL
PARA TODOS VÓS

COM AS VOSSAS CRIANÇAS
FAMÍLIA, AMIGOS

E UM POUCO DE TODA A GENTE

QUE O CORAÇÃO VOS SEJA GRANDE
QUE PRENDAS... HÁ MUITAS


que... se me lembrar de cada um de vós...
é porque cada um de vós se lembrou de mim

abraços e beijos

ama- me
leva- me
pra lá do horizonte
falando de amor
fala- me de amor

segue-me
prende-me
pra lá do horizonte
falando de amor
fala- me de amor

sinto-me: cansado, vou dormir
música: Fala-me de Amor - (Santos & Pecadores)

Sexta-feira, 21 de Dezembro de 2007

vaipe nº 0000004 - filhos



por casualidade...

a primeira notícia que vi esta manhã, poucos momentos atrás, diz assim :



Filhos de casais separados são «órfãos de pais vivos»
mais de 500 mil crianças portuguesas vão passar o Natal afastadas de um dos progenitores



não sei se os números são "certos"...

não vou expor o que penso sobre o assunto...


apenas que, conheço vários homens nestas circunstâncias.


de entre eles... tenho um amigo e um conhecido,
julgo que o primeiro há uns 13 anos e o segundo há uns 8,
a quem estas situações ocorrem sistematicamente (não só pelo natal)
e a quem já testemunhei autênticos desesperos, revoltas indescritíveis
e mesmo "pensamentos algo perigosos".

este Natal, não vai ser diferente para eles...



espero que sim...

espero que seja promulgada essa lei !

gostaria que tivessem essa prenda no próximo Natal.


> Destak <


sinto-me: subitamente triste
música: ( ... )

Quarta-feira, 19 de Dezembro de 2007

Ana #01



em 2006
por esta altura do ano
manhã de um sábado muito chuvoso





acordei… Ana não estava a meu lado.

apurei o ouvido…

estava na casa de banho.

 

a almofada tinha o perfume dela…

os lençóis tinham… os nossos.

gostei, sorri…

 

era a primeira vez que ela vinha a minha casa…

e também não costumo receber…

mas… soube-me bem…

aqueles outros sons além dos meus.

 

ela apareceu…

vinha com o meu roupão…

meio apanhado de um lado, meio rojando do outro…

parecia que tinha… “encolhido”.

ri-me por isso…

 

ela percebeu e riu-se também…

- gostas de mim, porque sou pequenita… indefesa…

disse, fazendo aquele beicinho pateta.

 

fiz apenas que sim… com ar de lobo mau.

 

num gesto teatral… deixou cair o roupão.

é baixa, de anca larga… mas com um tónus de meter inveja.

e depois… aqueles mamões… mamma mia !!!

o seu orgulho e a minha perdição.

 

- vem aqui para dentro… está frio.

 

deu uma risadinha…

pôs as mãos nas ancas… meneando-se provocadora.

- mentiroso… não está frio nenhum !!!...

 

(raios... para a próxima desligo a porcaria do aquecimento)

 

- está bem… mas vem cá que te quero mostrar uma coisa…

- o que é ?... é um boneco ?...

- é !... é um bonequinho careca… vem cá…

- é uma tataúga ninjica ???

- isso mesmo !...

 

agarrei-a pela cintura, puxei-a para mim e para dentro dos lençóis…

já tinha água na boca quando me atirei àquelas belas mamas...

ela ria-se, gritava, debatia-se…

como se quisesse que eu a largasse…

o seu corpo morno e macio roçando-se no meu…

pôs-me de pau feito num segundo.

 

agarrou-me nele...

- larga as minhas meninas ou quem paga é “ele”… ameaçou.

- não largo !... consegui dizer entre chupões… ela ria-se.

começou a “bater-mo” enquanto gemia entre apalpões e lambidelas

 

os dois, debaixo da roupa da cama… à luta.

entre gemidos, roncos, risadinhas e gritos…

devia ser uma cena  bem gira em vídeo !...

(nada daquelas mornices do BB…)

 

acabou por se pôr de barriga para baixo…

braços apertados ao corpo, pernas fechadas com força…

negando-se com risinhos de malícia.

 

muito as mulheres gostam desta brincadeira !!!...

claro que… para criaturas que sofrem de cócegas crónicas...

não escolheram uma estratégia muito eficaz.

(eu acho que elas gostam é de cócegas, mas pronto…)

 

pouco depois já a possuía como ela mais gosta.

de barriguinha para baixo, cuzinho arrebitado

e eu bombando que nem um desalmado…

(nem sei como ela aguenta comigo… lol)

 

é das poucas “mulheres barulhentas” que me dá tesão por isso.

quanto mais barulho faz, mais louco eu fico !

(e ela sabe…)

um vizinho que acorde com os gritos dela…

só tem que se considerar um felizardo…

e se tiver uma mulher a seu lado, vai comê-la pela certa !

(mas claro… há enconados que querem é sossego, já se sabe…)

 

é puro tesão !!!

em forma de gritinhos, gritos, uivos e sei lá que mais…

além disso ordena e pragueja as coisas certas…

nos momentos certos.

 

se diz “esporra-.te… já

eu cumpro !...

é ordem impossível de ignorar.


 

depois… arquejante...

diz das coisas mais doces que um homem pode ouvir !

 

se fosse “isto”… “aquilo” que dizem…

"que os homens querem-nas taradas, mas depois, querem-nas dóceis"

bem… então…

eu seria um desses homens e ela, assumidamente, uma dessas mulheres.

 

acabámos ambos ofegantes, aos beijos, gozando a acalmia…

(e o silêncio… lol)

 





 

devo ter “mergulhado”…

pois vim ao de cima a ser beijado com doçura….

com ela deitada sobre mim… fresca, do duche já tomado…

(sacaninha…)

 

- e pequeno almoço… vai ?  perguntou.

- deixa… eu faço…  respondi, com intenções de me levantar.

- não… deixa-me eu fazer… tens ovos ?

- ovos ?!?...

Riu-se.

- deixa-te estar… eu vejo o que tens no frigorífico.

- tá…

 

levantou-se… vestiu a minha camisa…

(adoro que uma mulher faça isso !!!)

saiu do quarto…

 

eu estava a precisar de um duche… saí da cama… sentei-me à beira.

ela voltou…

 

- ãããhh… antes de ir lá para dentro… há… hummm… algum sítio onde não queiras que eu mexa ?

 

fiquei a olhar para ela, meio surpreso.

admito que… gostei da pergunta.

poderá parecer descabida…

no meu/nosso caso nem necessitaria de ser colocada…

porque já nos conhecíamos havia algum tempo e tudo o mais, mas…

gostei, pronto !

 

- não fiques assim… foi só uma pergunta…  disse ela rindo-se.

- chega cá…

abracei-a pela cintura, acariciei-lhe as nádegas e beijei-lhe o umbigo…

- se já mexeste no dono, podes mexer na casa…

soltou uma gargalhada e “despenteou-me”…

 

- mas olha que… cada gaveta em que mexeres é “uma destas” que levas !...

avisei… acenando com a cabeça para a cama…

riu-se muito, soltou-se de mim é lá se foi aos pinotes… feita gaiata.

 

fiquei a pensar na pergunta…

sorri-me…

peguei no que precisava… fui para o duche.

 

ao passar para a casa de banho, algo me chamou a atenção no corredor.

 

todas as gavetas do armário que ali tenho… estavam puxadas para fora.


 


são oito…

 


sinto-me: hummmm !!! não digo
música: Pearl the Singer - (Elkie Brooks)

Terça-feira, 18 de Dezembro de 2007

mail gostoso de B



achei engraçado um mail que acabei de receber.

não é "maldoso" como muitos outros
antes pelo contrário
até parece ter um "qualquer coisa" de preocupação
já lhe respondi "na boa"
até com algum carinho

e deixou-me a pensar nos diferentes valores que a virtualidade desperta
em cada um de nós, no quanto isso tem de rico afinal.
que, se para muitos os meus relatos são fantasias inventadas... para outros revelam um saber das coisas feitas... para aqueles, uma mistura de ambas as coisas... para aqueles outros ainda, cópias de fantasias de alguém... e várias outras ideias.

mas desta, admito-o, gostei sobremaneira !


alguém que sentiu que...
pelo facto de não ter colocado recentemente
relatos das minhas experiências
que talvez ande carente de sexo e de companhia.







estou a rir-me, mas... garanto... não é um riso jocoso.
é, como disse, uma certa forma de carinho...
pela forma bonita como fui questionado
e por todas as palavras isentas de maldade
( ou de segundas intenções sequer )

não costumo repetir "aqui"
as palavras que recebo "ali"
quando falo dos mails que recebo.
principalmente porque pretendo discutir as ideias que apresentam
ao invés de quem as envia...

mas desta feita... tenho pena !
gostaria de fazer copy/paste deste mail

contudo, a autora pede-me precisamente que não o faça


fico "bem" !
principalmente porque acho que uma mensagem, na qual insisto bastantes vezes, passou para alguém (aparentemente) muito jovem.

a de que nada impossibilita a existência de sexo ocasional com muita ternura !


quanto ao essencial do mail...
repito (mais ou menos) a minha resposta







não !
o facto de, recentemente, não ter colocado relatos das minhas aventuras e desventuras sexuais (lol) não tem qualquer origem numa carência sexual ou de companhia.

continuo, felizmente, a ter sexo com vários dos meus conhecimentos, de forma que me é muito gratificante e agradável...

algumas dessas coisas virão a ser aqui colocadas...
outras há, ainda mais antigas, que também o serão e...
há ainda algumas cenas de férias por relatar.

há também questões colocadas por mails e que estão atrasadas e... há algumas histórias inventadas (lol [diabo] lol) por apresentar

há imensas coisas !...
digamos que... este blogue, dentro da minha cabeça é, no mínimo...
vinte vezes maior do que aqui está !

simplesmente, vão-se apresentando temas que também me interessam, que não terão muita lógica de serem colocados daqui a três meses (por exemplo), que passam à frente na "papeleira"... a maioria deles ligados (mesmo que indirectamente) ao sexo e à sexualidade.

nunca foi minha ideia fazer um blogue... apenas... com relatos sexuais.
e mesmo nesses... sempre tentei que suscitassem curiosidade e diálogo.


adorei o mail, B !

beijocas



sinto-me: bem (em suma)
música: Sweet Child in Time - (Deep Purple)

Segunda-feira, 17 de Dezembro de 2007

vaipe nº 374/5b/2007 ... é fodido !




perto do Lumiar...
estaciono o carro, vou tratar de assuntos particulares...

quase uma hora depois, volto...
vejo um reboque (daqueles ao serviços da polícia)...
uma viatura da polícia...
e dois senhores polícias a conversar com uma senhora,
junto ao meu carro...

pensamento = ( hummmm???...)

não me aproximo de imediato, fico a ver e a ouvir....


( ... ... ... compasso de espera ... ... ... )


resumindo... a senhora pretende que a polícia reboque um dos carros que lhe "cortam" a saída do estacionamento... ou o meu... ou o furgão que está do outro lado... que a "entalaram de propósito", que é "uma vergonha", que está ali "há mais de meia hora", que está "farta de buzinar", que tem coisas para fazer, etc...

até aqui, tudo (quase) bem... ou não, a seguir se verá... que não me preocupa em demasia.

o que me preocupa (preocupou) foi... a hesitação dos polícias !!!

em vez de explicar melhor... faço-vos um boneco :





o que me preocupou (repito-o) foi a hesitação dos polícias !!!...

não havia ALI lugar a hesitações !...

multava-se a dama, por mau estacionamento...
multava-se o furgão, pela mesma razão...
rebocava-se o furgão e... "não há cá mais confusões" !!!...
já que... o carrinho verde metalizado, "só por acaso", era o único devidamente estacionado daqueles 6 ou 7 que ali estavam !...

mas não...

um dos polícias até que se pôs a "inspeccionar" a traseira do meu carro...

e eu a "aguentar" para ver o que dali saía...

entretanto a senhora continuava... que era sempre a mesma coisa (reincidente, portanto)... que a "malta do carrões" (devia ser eu...) têm a mania que fazem o que querem... que não tinha dúvida que "tinham feito de propósito" e etc...

por acaso...
não me apercebi de como aquele carro estava estacionado...
estava com pressa e não prestei atenção...

porque normalmente evito estacionar muito perto
de quem não o sabe fazer...
quem estaciona assim, pode bem recuar à barbalonga
e lixa-me o carro todo...
mas efectivamente, não reparei...
nem reparei se o furgão já lá estaria ou se terá chegado depois...

por fim (felizmente) um dos polícias (mais lúcido talvez) diz à senhora que não pode rebocar aquele carro (o meu) já que... está bem estacionado (ALELUIAAA...)
que irão ver se podem fazer algo com o furgão e etc...

a senhora pareceu-me algo "chateada" por não rebocarem o "verdinho" e repetia "eu não acredito nisto" várias vezes... como se o facto da sua "descrença" fosse o suficiente para ter a almejada razão naquele surrealismo !!!...

por acaso... SÓ POR ACASO... reparei que, na publicidade que estava colocada no furgão...
haviam um número de telefone e outro... de telemóvel.
isto fez com que o surrealismo da cena aumentasse substancialmente !!!

eu... por minha vontade... continuaria ali a "gozar aquele prato", mas... infelizmente... tinha obrigações e não podia esperar mais para me deliciar com o desfecho.

lá fui para o carro... olhei toda a gente como se não soubesse o que se passava... guardei os meus volumes na mala e... já ia para entrar no carro... quando a senhora me dirige a palavra...

- Olhe lááá... você não viu que me trancou a saída ?!?... estou aqui há mais de uma hora...

os polícias nada me disseram...
olhei para ela... olhei para o Peugeot dela... e disse-lhe:

- não... não vi... mas a senhora devia aprender a estacionar e... devia ser multada !...

entrei, dei à chave e fui embora.





nº1
o carro não estava completamente "entalado" - pois ele saía dali.
em mãos experientes... saía !
nº 2
é impressionante como alguém que vê tanta "má fé" aos outros, não é capaz de admitir que é ela quem está "mal".
nº 3
não bastando isso... chama a polícia.
nº 4
não bastando isso ainda...
a polícia "hesita", perde-se em considerações, não age em conformidade.
será que se fosse um homem a incomodar a polícia por tão pouco, ainda para mais por aquela (des)razão... haveria toda aquela "hesitação", toda aquela conversa ?!?...
será que o "atraente" que a senhora era... teve alguma influência ?...
ninguém viu o telefone e o telemóvel apostos na publicidade do furgão ?!
(tanta pergunta sem resposta)


tenho pena de não ter podido ficar mais uns minutos.
gostaria de ver o que iria acontecer.

+ 1 s.f.f.


sinto-me: a revirar os olhos
música: Still Crazy After All This Years - (Paul Simon)

Domingo, 16 de Dezembro de 2007

morenas... ai minhas morenas




a propósito disto :

 

Miss Bradshaw :

e quanto a ti sextrip....preferes as morenas né? LOOL

 

sextrip :
sou o epítome do tratado científico sobre a atracção do capilar.
as loiras atraem-me imenso, nos primeiros momentos e tal mas... acabo sempre a dar-me com morenas.

lembrei-me disto :

 

 

 

já vai algum tempo desde que estive na última festa de sociedade, como antigamente se chamava.

não é o meu ambiente pois que, no fundo, continuo a ser um bruto que veste bem, o que em nada se coaduna com as delicadezas hipócritas, levianas, coquetes, etc, que caracterizam aqueles acontecimentos sociais.

 

deve ser o ambiente mais fútil ao de cimo da terra, logo a seguir às passagens de modelos… das quais, no fundo, não diferem muito.

ver um ministro todo “derretido” só por estar à conversa com uma socialite qualquer, por exemplo, faz temer mais pelo futuro de uma governação do que uma ameaça de taxa ecológica sobre sacos plásticos.

 

fui a algumas, sempre como convidado de alguém ou como substituto de alguém, sempre numa toada semi-profissional  e nunca por vontade própria… o que faz com que seja aquele género de personagem que vemos nos filmes… que deambula entre o bufete (ai perdão, buffet) e a varanda ou jardim… personagem que, se olharmos bem, tem a frase “não estou aqui a fazer nada” escrita na testa.


é que, nestas coisas, um gajo nem está “em funções” nem está a divertir-se – após meia dúzia de contactos e outros tantos esgares vagamente parecidos a sorrisos transforma-se no (a)típico “verbo de encher”…

ir logo embora far-nos-à parecer uma versão finíssima do mensageiro da DHL… há que aguentar um bocado.

 

alguém ligado à organização (raramente o anfitrião ou ã) vem, de quando em quando, perguntar-nos se estamos a gostar da festa, com ar de quem nos vai perguntar em seguida pela mulher e pelos filhos (mas que nunca o faz).


a sua função é simplesmente garantir que não nos vamos dali a dizer que foi uma seca completa ou coisa pior…

basta dizermos que “sim, está excelente” e não nos voltam a perguntar mais nada durante, pelo menos, uma hora… (se dissermos “é a melhor festa dos últimos dez anos”  recebemos um sorriso ainda mais cintilante e ficamos com um despacho que dá para a festa toda)

 

nestas festas os convites são bastante rigorosos (entrar à socapa… isso é só nos filmes).

os prime (VIP’s, excelence, platinum, whatever…) podem levar dois ou três acompanhantes… os executive (as meias águas…) podem levar um acompanhante, desde que bem referenciado com antecedência… o tout-venant (como eu) nem pensar !!!... que já é “muita sorte” ali estarmos a fazer “moldura humana”.

 

mas… se à última hora, mesmo eu, aparecer com uma super-top-model deslumbrante ou com um “alto dignatário” (de fashion-designer para cima, portanto) não há qualquer problema.

um ligeiríssimo e muito discreto controle à entrada e “vai nas horas”…

 

foi o que aconteceu nessa última vez.

um geriatric playboy qualquer trouxe uma bomba morena para a festa.

o rapazinho (o velhote…) bem se fartou de frisar que já estava no seu LearJet de regresso a Lisboa quando teve a fenomenástica ideia de convidar a moça, mas… na verdade, já a quase totalidade da festa estava hipnotizada pela morena e ninguém lhe "passava cartão"!!!

 

eu... não fazia a mínima ideia de quem ela fosse.

sei apenas que também fiquei hipnotizado !... pela beleza, pelo corpo, pela aura, pela presença… que durante longos minutos deleitei a vista nela, que a achei a morena mais bela que vira em toda a vida.

 

só que… o meu deleite era constantemente estorvado.

o que acontece nestas alturas é deveras indescritível… com toda a gente, mais ou menos discretamente, a querer “dar uma palavrinha” à inesperada cereja no topo do chantilly.

(bom… também há quem se dane com a súbita concorrência, mas isso é outra conversa…)

 

apesar do muito “disfarce”, garanto-vos que é simplesmente cómico-ridículo apreciar todo o “circo” de expressões e de linguagens corporais que semelhante situação gera !

parecem pombos de roda de um bolo de arroz !...

(não sei porquê a analogia, achei-a gira)

cada um tentando fazer uma gracinha mais gracinha que a anterior, até que tudo aquilo resulta algo “constrangedor” até de observar.

os prime não “correm” para lá… arranjam quem os apresente e normalmente não são interrompidos nos seus “bate papo”.

há quem ande num afã a procurar saber “quem é” e mais alguns “dados”, para depois poderem fazer figura de “grande admirador”, quando e se tiver chance de lhe chegar à fala.


entre uma coisa e a outra… lá o pobre playboy continuava a tentar recolher os louros de ter sido ELE a trazer semelhante fêvera para o churrasco…

 

acreditem… é a melhor conjugação das cenas mais tristes que se podem observar em seres humanos !

(se exceptuarmos as reuniões de “vendas em pirâmide” ou de “time sharing”, claro…)

 

não imagino como será sermos assim o centro das atenções, nem invejo !

eu… só queria continuar a apreciar aquela bela mulher, mas, ia ficando cada vez mais difícil.

a última sensação que me transmitiu foi que a “simpatia plástica e elaborada” acabou por se sobrepor à natural e genuína que trazia à chegada.

 

pouco depois o sururu acalmou, eu saí do hipnose e, entre um ou dois cumprimentos, lá voltei ao meu deambular… até me deter por longos minutos na varanda, beberricando no meu champanhe (ai, perdão… na minha flute de Moët).

 

e eis que… ela aparece também na varanda.

 

admito que… o meu coração pulou !...

(e armado em parvo desatou a galope pelo jardim afora…)

o meu cérebro contudo, sempre pragmático, gerou o pensamento “olha agora… queres ver que isto é uma cena à 007 ???”, o que me fez sorrir.

(o meu cérebro faz-me sempre sorrir...)


mas o idílico fantasioso da coisa foi muito breve.

pois logo atrás dela vieram dois senhores muito bem apessoados, dispostos a cobri-la de atenções, que apontavam para ali e para acolá e mais blá blá blá…

depois… lá veio o dono do LearJet com um casal e mais um senhor conhecido na política nacional… e mais um... e mais dois...

 

sei que é de “bom tom” não ficar por ali plantado quando estas coisas sucedem, mas… os meus “bons tons” tinham-se dissolvido no Moët.

ainda que já me tivesse decidido a abandonar a festa (duas horas de representação, é o mínimo aceitável), resolvi dar uma de emplastro.

voltar a observar aqueles gajos fez-me pensar naquela cena do Shrek, em que o burro dá saltos e pede “escolhe-me a mim, escolhe-me a mim…”.

 

mas… aproveitei foi para me deslumbrar de novo com aquela visão !...

 

porém… depois das “ciceronices”, voltaram para dentro.

e foi quando…


ela olhou para mim…


e me sorriu…

 

tremi !

 

mas devolvi-lhe o sorriso e ergui um pouco a flute em jeito de cumprimento…

o que a fez alargar o sorriso.

depois… desapareceu de vista, levando a “comitiva”  atrás.

 

(um ligeiro latejar dentro da minha cabeça fez-me desconfiar que… ou estava com uma febre súbita, ou os meus “eurónios” tinham-se embebedado com vinho barato do mini-preço e brincavam com reco-recos…)


mas gostei de ficar uns últimos minutos a imaginar que o meu simples cumprimento havia transmudado por segundos o sorriso plástico barbieano naquele outro, mais largo, espontâneo e simples.

 


e pronto… foi o meu “cruzar à distância” com uma das morenas mais belas (e apetecíveis) do planeta !

que só mais tarde vim a saber que é Israelita, é modelo, apresentadora de rádio e tv... e que se chama Moran Atias.

(o que é um nome horrível... mas que soa divinal nela !!!...)


 

 


 


olhe, s.f.f.... é mais uma 


sinto-me: sonhador
música: Wishing Well - (Gary Moore)

Sexta-feira, 7 de Dezembro de 2007

tá bem queridaaa...




gosto de me rir sózinho.

a sério !...

( não é nada "a sério"... estou a ironizar, caraças...)

a madama de quem já aqui falei

> esta <

voltou à carga


desta feita...
uma vez junto da pessoa que já me havia contado.
outra vez junto de uma segunda pessoa.

afinal enganei-me.
ainda não é desta que suscito o rumor de paneleiro

os argumentos agora foram :



que sou um gajo que gosto de "dispor" das mulheres à minha maneira
que as quero "dóceis"

ihihih
não imagino como ela sabe disso, mas pronto...


que só gosto de "conquistas fáceis" e sou mais vento que outra coisa


lá me estou a rir de novo... isto é irreprimível, fosga-se







considerações

1
é incrível como o quem desdenha quer comprar continua actual

2
a rapariga é muito esperta
já estou convencido que sabe que estas pessoas se prestam ao papel de "correios" e usa isso.

3
a rapariga é pouco inteligente
pois deve estar à espera que eu, de alguma forma, reaja a estas cenas junto dela

4
para aqueles e aquelas que julgam que ter sucesso no sexo
é ter meio mundo a seus pés
estão redondamente enganados !

ter sucesso no sexo é podermos ser criteriosos com ele
e termos aquele que queremos.



significa isto que... amanhã...
poderia esta nina oferecer-se-me abertamente
e eu enseivado até às unhas dos pés,
que não lhe tocava num cabelo

se não querem sentir-se rejeitadas...
não tenham tantas certezas infalíveis


quando desgosto de uma pessoa é uma chatice !
até impotente fico...




sinto-me: impotente
música: Patchouli - (Grupo de Baile)

Terça-feira, 4 de Dezembro de 2007

desafio 5



não sou muito dessas coisas de "desafios" e de "correntes"
(acho que já perceberam isso...)

porém, achei interessante este que recebi por mail

vou colocá-lo para que...
quem queira lhe responda, copie, leve para o seu blog, etc
(façam como quiserem)

mas...
vou nomear 5 pessoas
que, por sua vez, aceitarão ou não o "desafio"


BENS MATERIAIS

 

Tanta vez te perguntam por tuas aspirações espirituais, afectivas, familiares e de carreira.

Tornou-se anti social perguntar por nossos desejos materiais, como se isso não fizesse parte de nossa vida, como fosse até vergonhoso falar em tal assunto.

Assim aqui vão cinco formas de ver cinco bens materiais.

Passa-os a cinco amigos também.

 

a)

5 bens materiais QUE TIVESTE NO PASSADO.

Já não os tens e sentes saudades ou nostalgia por eles.

 

b)

5 bens materiais QUE POSSUIS ATUALMENTE.

Que mais gostas e não vives sem.

(opcional: porquê?)

 

c)

5 bens materiais QUE PENSAS EM ADQUIRIR.

Nos  próximos 5 anos.

(opcional: porque não os adquiriste antes?)

 

d)

5 bens materiais QUE GOSTASTE DE OFERECER.

A cinco pessoas diferentes.

(opcional: porquê?)

 

e)

5 bens materiais QUE SONHAS EM TER.

Mas que sabes não vir a adquirir.


 

bom... lá vai disto...

a)
1 - carro de pedais vermelho (aos 5 anos) - foi o meu pai que mo deu.
2 - máquina fotográfica Halina (na adolescência) - roubaram-ma.
3 - chapéu de abas australiano (na adolescência) - "morreu" de velhinho.
4 - o meu Spectrum... lol - arrependi-me de o ter deitado fora.
5 - colecção de livros "A Fauna" (no divórcio) - roubada por vingança.

b)
1 - a minha biblioteca (não consigo viver sem ler... lol)
2 - o meu carro (adoro o gajo, pronto...)
3 - o meu relógio (já sabem porquê...)
4 - aparelhagem hi-fi (sonhei com ela "N" anos e tenho-lhe paixão)
5 - a minha discoteca (sem ela, o ponto 4 está incompleto)

c)
1 - casa nova (...)
2 - uma clepsidra (sei lá !!!! porque não calhou...)
3 - casal de serras da estrela (dependente do ponto 1)
4 - não me ocorre mais nada...
5 - idém...

d)
1 - 1/3 de uma casa (a da minha mãe, comprada pelos três filhos)
2 - uma máquina de costurar (para uma senhora muito especial)

3 - um equipamento especial (para um amigo muito especial)

4 - um saxofone (para um sobrinho fantástico)

5 - (este foge um bocadinho...) todos os livros que ofereci a alguém.


e)

este é um desatino : não gosto de "sonhar" com coisas que não vou ter.

portanto... só vão dois iténs:

1 - veleiro (nunca se sabe... nunca se sabe...)

2 - bentley continental GT (seria MESMO um capricho... mas é lindo !!!)


 

agora...

as pessoas a quem passo a "batata quente"

 

INFIEL


MAAF


SUPREME


CRESTFALLEN


SOMEONE ELSE BUT ME

 


sinto-me: inconsequente
música: Picture of My Life - (Jamiroquai)

Sábado, 1 de Dezembro de 2007

o país precisa de tomates


porque também faço "a noite"...

porque a faço, cada vez mais selectiva mas também mais limitada...

porque, mais uma vez, há problemas que só não se resolvem porque estamos num país com falta de tomates...

porque... > ISTO <

( porque me fez recordar...)



havíamos saído da discoteca...
estava com um grupo de amigos e amigas (7) já cá fora
a alguns metros da porta...
aguardávamos por um último, que tinha ido ao wc

foi tudo muito rápido...
uma amiga com um ar assustado, um amigo que dá "um pulo"...
o murro acerta-me na orelha e numa parte do maxilar
fico perto de perder os sentidos
o segundo murro acerta-me no pescoço
fico "sem ar", tropeço nos próprios passos
bato com a cabeça numa parede próxima
ainda não consegui ver quem me agride
um terceiro murro raspa-me no ombro
e um pontapé acerta-me acima do joelho
a perna dobra-se-me mas ainda consigo girar sobre mim próprio
fujo da parede, fujo da agressão, estou confuso
sinto sangue a correr da orelha, pelo pescoço, para dentro da camisa
oiço tudo como se estivesse debaixo de água
tenho a visão distorcida, as dores gritam-me dentro da cabeça
uma montanha de músculos tenta agarrar-me
tenta socar-me de novo
fujo, esquivo-me, tento focar-me
há gritos, há gente a fugir, há gente a ser agarrada
esquivo-me a novo pontapé, mas a besta agarra-me um braço
e aí, danei-me !





vão quatro anos !
nunca mais fui àquela discoteca
nunca mais fui sequer àquela parte da cidade
não fiquei "traumatizado", mas na verdade...
sempre que vou a uma discoteca, lembro-me !
e fiquei totalmente racista para com "seguranças".

tive a minha vida importunada
com polícia, advogados e "tribunais medievais"
tive ameaças, hipocrisias e todo o género de indecências
tive amigos e familiares também importunados
tive até interferências no meu emprego
quase fui o "mau da fita" por ter mandado a besta para São José

até que tudo (afinal) se ficou por um reles "pedido de desculpas"

que a minha aparência havia conferido com a de alguém que importunara uma empregada dentro do estabelecimento - um equívoco infeliz que teria acontecido a qualquer um.

não.
não sou Rocky, nem Tyson, nem Lee...
não sou sequer violento !

mas  chóninhas e frouxos ...  são-no
os políticos sem tomates que há tantos anos nos "servem" !

as discotecas fazem fortunas com a "noite".
bem podem (devem) ser obrigadas por lei
a recorrer a empresas legais e conceituadas de segurança
ao invés de recorrerem a bestas criminosas, dementadas
e encharcadas em esteróides

só quando se chega a estes extremos é que põem mãos à cabeça.
cambada de calhórdas !!!

HAJAM TOMATES


sinto-me: imerso em recordações (hoje)
música: Black Dog - (Led Zeppelin)

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