Segunda-feira, 9 de Julho de 2007

não leias - não é sexo







é curioso!

este blog tem alguns leitores (poucos, mas bons).
poucos comentários - mas uma média apreciável de visitas/dia.
e o mais curioso é que, em proporção ao comentário (mais fácil e imediato) canaliza-me bastantes mais mails.

mails esses que vão do mero "parabéns pelo blog" às mais diversas questões e mesmo conversas motivadas pelos meus artigos.
creio que isso seja bom, ainda que preferisse que tal comunicação fosse feita mesmo no blog - apesar dos possíveis "desvios" às temáticas.
(mas okay - cada pessoa terá as suas opções)

outra coisa curiosa (bastante comum nestes mails) é pretenderem falar comigo acerca de amor - comigo, que apenas vos tenho mostrado a parte sexual.
dá que pensar!

estas perguntas vieram no meio de um excelente mail do João Salgado (abraços) e - ainda que não seja uma temática nova - foi a primeira vez que me foi colocada por um homem.



« (...) acho que tens uma vida sexual invejável para muitos homens, eu incluído, mas quero perguntar-te o seguinte:
Pelo que entendi só foste casado uma vez e já de divorciaste há mais de dez anos.
Não sentes falta de seres amado ?
Achas que trocaste essa falta pela diversidade sexual ?
Terás perdido a disposição para te apaixonares ? »


acho que não há ninguém que não sinta necessidade de ser amado.
(e de amar, já agora)
acho que quem afirme o contrário - ou mente a si próprio ou é um enorme frustrado.
(que, no fundo, é um mentiroso)

há três tipos principais de amor - eu vivo dois deles com grande intensidade, o que tem um efeito estabilizador muito importante em mim.

sinto falta do terceiro tipo, mas, não me angustia sobremaneira.
tenho os meus dias ou ocasiões menos tranquilas, como inúmeras outras pessoas terão também.
mas não é um "ponto" diário que me assombre - quando entro na casa vazia, por exemplo.

a diversidade sexual não é uma "troca"!
nunca me iludi com isso ou pretendi tal  -  foi algo que foi sucedendo naturalmente.
que, sem dúvida, a disponibilidade quase total me foi permitindo.
de uma forma que, se tivesse um compromisso afectivo, seria substancialmente diferente.
no entanto, a curiosidade por modelos e posturas diferentes no sexo sempre me aliciaram.
(desde cedo na vida, aliás)

haverá uma certa "compensação" - sim.
mas diria que é de amizade, de carinho, de cumplicidade das pessoas que fui conhecendo e dos momentos de que usufruímos - versus - essa ausência de amor de que falamos.
mas não é "troca" - nem é de Sexo Versus...

mentiria se dissesse que essa partilha (também) afectiva não me é importante.

a última pergunta é um pouco mais "manhosa", lol lol lol.

acho a paixão muito parecida, por exemplo, com a velocidade.
toda a gente tem a mania que a consegue "controlar" ....... até ao momento do despiste.

não é coisa que se preveja, não há controle possível.
a única coisa que poderá suceder é que, com o tempo passando, nos sintamos menos predispostos a aceitar o "risco" de nos expormos a ela.
grosso modo: não gostas de velocidade, não vás para a auto-estrada.
mas pouco mais podes fazer (acho).

um dia... pode surgir como um tornado, sem se saber de onde - e levar-me como uma simples folha.

e é tudo!
sinto-me: leve (como uma folha)
música: You Give Me Something - (Jamiroquai)

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